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  Conte sua históriaSilvio Sano › Minha história

Silvio Sano

São Paulo / SP - Brasil
69 anos, arquiteto e escritor

OS "MEUS" IMIGRANTES


Quando Nádia Kaku, ex-integrante dessa extraordinária equipe da Abril no Centenário da Imigração, me convidou para inserir minha história neste site, explicou-me para que o fizesse vinculada à da imigração japonesa no Brasil. Isso foi em outubro de 2007, lá no princípio deste site. Assim o fiz.
Mas, com o tempo, como todos os produtos criados pela Editora Abril, o site acabou ganhando tanta repercussão que as histórias foram “pingando” constante e naturalmente, de forma que o escopo original, tal qual Nádia havia me orientado, se transformou em algo como “história dos ancestrais”... por aqueles que as conheciam. Os demais continuavam expondo a si mesmos, contando suas próprias histórias. Por isso, em meus textos, desde o início, não havia exatamente uma história sobre meus pais, apesar de muitas referências a eles.
Então, como, além de tudo, este site foi incorporado ao do Museu da Imigração Japonesa do Bunkyô (Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social), mas continua aberto, nada mais justo (mesmo que atrasado) que eu registre aqui, pois, a história deles, bem como de minha esposa, também imigrante, à posteridade.

TSUNESHI E FUSSAKO, meus pais
Tsuneshi, meu pai, que nasceu na província de Mie, no Japão, primogênito de Tsuneichi e Kiyo Sano, desembarcou, aos 7 anos, com a família, no porto de Santos, no dia 17 de julho de 1918, a bordo do vapor Wakasa Maru. Juntos, além dos pais, os irmãos Tsuneo (5), Tsunehiro (3), Tamao (1) e um tio, Yoshimi (15), irmão mais novo do pai.
Acredito que a família dele possa ser considerada padrão para imigração japonesa no Brasil, pelas seguintes razões: 1. emigrou devido à crise econômica que assolava o país na época, atraída pela propaganda enganosa do enriquecimento fácil (“árvores dos frutos de ouro” - café); 2. trouxe alguém de “fora” (tio Yoshimi) a fim de atenderem a exigência da Imigração, na época, de três mãos produtivas por família (idade mínima = 12 anos); 3. um membro da família (a bebê Tamao) faleceu durante a viagem de vinda, correndo o risco de ter sido jogado ao mar, praxe da época (conseguiram escondê-lo e enterrá-lo em terra brasileira); 4. passou pela Hospedaria dos Imigrantes antes de se dirigir à uma determinada fazenda; 5. o pai, acometido de febre amarela, faleceu poucos anos depois de desembarcarem no país, deixando a esposa e o irmão Yoshimi como únicas mãos produtivas, além de seis filhos menores de idade (meu pai, primogênito, tinha ainda 11anos de idade), passando, devido a isso, por períodos de privações; 6. superou todas as adversidades e ainda conseguiu que o filho caçula, irmão de meu pai, se formasse médico; 7. quase 100% dos 35 netos de Tsuneichi chegou às universidades; 8. mudou do sítio para área urbana (Onda Verde, próximo a São José do Rio Preto), onde deu início à estabilização; 9. migrou de uma cidade para outra (Vila Pereira, atual, Fernandópolis), onde estabeleceu-se de vez; 10. marcou presença na comunidade japonesa local (a construção do “kaikan” = clube japonês apenas se viabilizou devido ao seu aguerrido empenho); 10. um dos filhos de Tsuneichi, exatamente, meu pai, resolveu vencer também na cidade grande, capital do Estado, formando seus sete filhos e servindo de “ponte”, aos sobrinhos que também resolveram buscar a cidade grande, logo após.
A vinda para São Paulo se deu no início do ano de 1961, com o mobiliário sendo transportado de caminhão, num percurso de 550 km, enquanto a família se locomovia, de trem, até a capital. A primeira residência foi um sobrado alugado para uma família composta por 9 pessoas e um sobrinho, o primeiro a acompanhar a família à cidade grande.
Três anos depois, construiu residência-própria. Assim como em Fernandópolis, tão logo teve conhecimento da Associação Mie Kenjin do Brasil passou também a colaborar com a mesma, até o final de seus dias. Por isso teve o reconhecimento por parte do governo daquela província que o contemplou com uma homenagem, quando já apresentava graves problemas de saúde (veja a foto na Galeria). O meu pai sempre foi assim. Em Fernandópolis, por exemplo, foi o maior cabo eleitoral de candidatos nikkeis aos pleitos regionais e nacional. Em São Paulo, fazia o mesmo cobrindo completamente o seu fusquinha com cartazes dos candidatos (veja foto), levando sempre consigo uma pequena escada para colá-los nos postes. Mas era também um entusiasta dos desempenhos dos nikkeis em todas as áreas. Nos dias seguintes dos exames vestibulares, por exemplo, pegava as listas dos aprovados nos jornais e ficava grifando em vermelho os nomes nikkeis, para depois contá-los, um a um.
Papai casou-se com Fusako Ogura, primogênita de Kanetaro Ogura (vide perfil próprio, neste site) pela forma tradicional do Omiai, com quem teve sete filhos, em um casamento “bodas de ouro”. Mamãe chegou ao Brasil com 14 anos, ou seja, completamente alfabetizada. Por isso, lia e escrevia com facilidade a língua japonesa e se mantinha atualizada graças aos periódicos, revistas e livros japoneses que meu pai lhe disponibilizava. Conforme descrito na história de meu avô materno, Kanetaro, minha mãe tem, portanto, descendência da família imperial, mais precisamente ligada à ex-Imperatriz Nagako. A confirmação veio com a presença do monge Kosho Otani, futuro principal da hierarquia Nishi Honganji Mundial, em minha residência (veja foto), em Fernandópolis (a 550 km de São Paulo!!), no ano de 1958, aproveitando a comitiva do príncipe Mikasa no Miya às comemorações do 50º aniversário da imigração japonesa no Brasil. Ela, primogênita, era o vínculo mais direto com a família imperial no Brasil, na época. Por isso ele se locomoveu até aquela distante cidade, mesmo na situação precária de nossas estradas, na época. Mas para mim, que tomei conhecimento desse vínculo “sangue azul” apenas a partir do clima do centenário da imigração, foi apenas a consolidação do que sempre testemunhei em relação à sua postura equilibrada, democrática e justa em relação à vida (leia o texto Miscigenação).
Papai não tinha o conhecimento cultural de mamãe, mas contribuía para isso e a respeitava nesse aspecto. Mamãe não tinha o tino comercial de papai, mas também contribuía para isso, bem como o respeitava nesse aspecto. Minha crônica Omiai busca refletir essa relação entre ambos.
E como qualquer filho, acho este espaço muito pequeno para se contar a história deles, nossos pais (rsrs), mas não para prestar-lhes mais uma das homenagens que merecem. Assim, mesmo que sintética, deixo-a registrada aqui, como forma de gratidão pelos exemplos de sabedoria, conhecimento e respeito mútuo que passaram a nós, seus filhos e, agora, até a tataranetos que ainda nascerão, graças a esse tipo de instrumento (site). E bem como estímulo a todos os jovens, independentemente do grau de parentesco, para que busquem conhecer melhor as próprias raízes, onde poderão fazer surpreendentes descobertas para próprio engrandecimento, mesmo que em alguns casos , à primeira vista, decepcionantes. O meu avô materno, Kanetaro, por exemplo, correspondeu plenamente ao seu “sangue azul”, mas o seu irmão, de mesmo sangue, não (leia na história de Kanetaro). E daí? Tudo se transforma em aprendizado, desde que considerada todas as razões, com bom discernimento, que os levaram a seguir os seus caminhos. Inclusive, o próprio fato de terem saídos de suas pátrias pelas formas como tiveram de fazê-los. Todos os imigrantes!

KAZUE, minha esposa
Aproveitando a “mudança natural” (minha opinião) do escopo deste site, não poderia deixar também de fora minha própria esposa, que é imigrante. As fotos delas estão inseridas aqui desde o começo (nov/2007), mas não a sua história. Então, a fim de pagar por meus pecados, bem como para poder “entrar em casa” (rsrs), passo a registrar aqui também sua participação na história da imigração japonesa no Brasil.
Ela nasceu na ilha de Ioujima, província de Nagasaki e desembarcou no porto de Santos, quando tinha dez anos, no dia 12 de junho de 1963. Caçula da família, passou a maioria dos 42 dias que durou sua viagem, a bordo do Argentina Maru, dentro de sua cabine, “enjoada” pelos movimentos do navio. Junto, vieram os pais Takanami e Samo, duas irmãs Mutsuko e Misao, além de um dos irmãos, Yoji. O primogênito, Akinori, veio separado, 2 anos depois, pelo Paraguai. Antes do embarque para o Brasil, como de praxe, passaram alguns dias na Hospedaria dos Emigrantes da cidade de Kobe (ver foto), para a checagem dos estados de saúde e formalização da emigração. No Brasil, não passaram pela Hospedaria dos Imigrantes, em São Paulo, porque o pai viera ao Brasil já comprometido com a empresa Toyota, cuja fábrica ainda se localiza em Piraporinha, próximo de Diadema, na Grande São Paulo. No início moraram com um parente, mas logo alugaram uma casa no bairro de São Judas, onde está localizada a igreja católica com o mesmo nome, talvez, até porque vieram da cidade mais católica do Japão. E eram praticantes fervorosos. A mãe de Kazue não perdia uma missa, mesmo sem entender a língua portuguesa.
Diferentemente dos demais irmãos, com formações escolares já concluídas no Japão, Kazue foi a única a continuar os estudos no Brasil. Mas, desinformada sobre as possibilidades da equivalência escolar, recomeçou seus estudos desde a primeira série do Ensino Fundamental. Essa também é a razão de sua boa pronúncia com a língua portuguesa, apesar da preferência, ainda, pela língua pátria (é comum encontrá-la com um pequeno livro japonês nas mãos). Mas tão logo chegaram ao Brasil, tomando conhecimento de uma escola japonesa tradicional no bairro (São Judas Gakuen) onde moravam, seus pais, imediatamente, a matricularam nessa escola. Foi onde conheceu o seu “hatsukoi” (primeiro amor), com quem namorou na época, e futuro marido, EU (rsrs). Ela conta, inclusive, que no começo, o garoto Silvio a evitava devido à sua falta de domínio com a língua japonesa. Mas, superada essa situação, já que ela é que passou a entender melhor o português, namoramos durante três anos, ficando, depois, oito sem nos encontrarmos.
Nesse ínterim, Kazue chegou à faculdade, trabalhou em um dos maiores bancos do Brasil, depois em uma grande empresa de vidros, quando nos reencontramos, e em seguida, nos casamos. Dois anos após o casamento, mesmo grávida do filho Tadashi (5 meses), a presenteei com uma viagem ao Japão, no que consideramos nossa verdadeira “lua-de-mel”. Foram 30 dias, com aquele “barrigão” todo, passeando em seu país. Mas o importante, para ela, foi o retorno à terra natal, depois de 16 anos. E sua maior lembrança foi exatamente na passagem pela ilha onde nasceu. Por ser uma ilha, o único meio para se chegar lá era por ferry-boat. O problema é que, depois de tantos anos, não sabendo que a embarcação tinha integração com um ônibus circular, dentro da ilha, distraídos pelas lembranças e novidades, acabamos perdendo-o. “Não faz mal...”, acalmou-me, “... lembro-me de que a casa da tia não era tão longe daqui. Vamos a pé!”. Durante o percurso, como uma guia turística ia me discorrendo cada lugar associando-o a uma lembrança da infância. “Foi nessa escola que fiz meus primeiros anos do primário... ali, está o apartamento onde morei... mais adiante, o cais onde tirei aquela foto... etc., etc.” Até chegarmos, sem vacilo algum, à casa da tia dela, cujo acesso era difícil e complicado para se reconhecer até para quem tivesse um mapa. Fiquei admirado!
Cinco anos depois (1995), ela retornou ao Japão porque eu iria fazer um curso de pós em arquitetura na Universidade de Nagoya. Fomos, os três. Tadashi tinha cinco anos. O movimento dekassegui ainda não tinha se iniciado. Foram dois anos de Japão, e onde Kazue aprendeu a andar de bicicleta, coisa rara entre japoneses nativos, na idade dela. Treinava todos os dias em frente à casa onde morávamos. Depois, em 1998, ela acabou tendo de ir mais uma vez ao Japão, devido a uma infelicidade: tornei-me mais uma vítima da violência urbana que vige no país. Aproveitamos o movimento dekassegui, que começava, porque éramos três e, todos, conhecíamos bem o Japão. Ficamos três anos e meio, porque, dessa vez, planejamos retornar ao Brasil apenas quando o filho se formasse no curso primário daquele país (6ª série do Fundamental). Hoje, pode-se afirmar que Kazue passou pelas duas etapas da história da movimentação migratória Japão-Brasil: veio de lá como tal e, como “quase” tal, retornou para lá. Mas, assim como a maioria dos imigrantes japoneses no Brasil, passou a gostar mais daqui do país adotivo. E para não se esquecer da pátria nativa, além dos livrinhos e filmes DVDs japoneses nas mãos, “embarcou” também no atual “boom” do karaokê que atingiu toda a comunidade nikkei no Brasil e onde, por minha sugestão, descartou “até” o sobrenome de casada para passar a utilizar o de solteira: Kazue Takahira.


Enviada em: 08/01/2009 | Última modificação: 22/03/2010
 
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Uma canção ao centenário

 

Comentários

  1. Sayuri @ 21 Nov, 2007 : 00:55
    Amei... E vou me esforçar para dar continuidade na história da Família Sano... espero que muitos tomem esta iniciativa também... PARABÉNS! Meu marido fez um comentário outro dia... ele ouviu de uma das coordenadoras do grupo do taiko da minha filha... "...Vamos ter a oportunidade de nos apresentar no Centenário da Imigração Japonesa... mesmo os iniciantes, se esforcem para estarem lá, pois com certeza será uma oportunidade ÚNICA... pois até mesmo a caçula da turma, nunca mais terá esta oportunidade... Daqui a 100 anos, ela estará com 105 anos! Participem... testemunhem... este grande momento!" Essas palavras que ouvi do meu marido, mexeram comigo... Todos nós, nisseis, sanseis, 'nãoseis'... temos que fazer o máximo para marcar não só presença nesta comemoração... mas deixar um pouco de nós nesses 100 anos! Nunca estive tão bem e orgulhosa por ser descendente de japoneses... O Brasil hoje está nos enxergando... e nos respeitando... nos amando!

  2. Paulo Araújo @ 27 Nov, 2007 : 12:33
    Estive olhando as fotos, como tenho investigado muito a História dos japoneses na minha região(por conta do Programa Viva Japão), tenho agora um bom acervo de fotografias, principalmente de japoneses que chegaram na região de Araçatuba-SP, e tudo sobre essa cultura tem me chamado muito a atençao. Gostei bastante da foto do Fusca na Campanha politica. Parabéns pelo trabalho. Abraços

  3. Sílvio Sano @ 2 Dez, 2007 : 12:46
    Prof. Paulo Araújo, já o “descobri”! Parabéns (e “gokurossan!!”) pelo projeto realizado em Valparaíso, vinculado ao Programa Viva Japão. Lamento, profundamente, não ter podido comparecer à Mostra Cultural, mas gostaria, sim, de, um dia, poder ver esse rico acervo, ligado aos imigrantes da região, que acabou realizando. Um grande abraço.

  4. Tieko Fujiye @ 9 Dez, 2007 : 11:20
    Parabéns pelo seu relato! A sua participação no Programa Viva Japão enaltece o trabalho realizado nas escolas públicas, criando a oportunidade de estar participando da Comemoração dos 100 anos da Imigração Japonesa. A sua presença na Feira Cultural foi marcante para a Equipe Escolar da EE Profª Anna Pontes de Toledo Natali. Recentemente, os alunos escreveram redações sobre as ações mais importantes realizadas na escola, e a maioria escreveu sobre a participação no Projeto Viagem ao Japão. Abraços.

  5. Bel Canavese @ 10 Dez, 2007 : 02:34
    Oie...td bem?? Às vezes precisamos nos confrontar e nos questionar para podermos de fato chegarmos ao nosso próprio eu... Parabéns pela garra e pelo carisma...sem isso, misturado a uma inteligência cativante e uma humildade solidária, não há espaço para crescer na vida e conquistar os espaços.. Seja e esteja sempre 100% em cada ato seu, pois só assim será o Silvo Sano, Sam, Silvio, Sano e todos aqueles seus-de-si-próprios que formam essa pessoa espetacular que és... Beijosss e mto sucesso para ti. Bel, Béllis, Maria, Canavese, Iza, Má, Dút, Belzinha, Bela, Belinha, Mabel.."eu simples como qqr palavra que de algum modo eu pude mostrar" E antes que me esqueça, obrigada pela vivência que ensina...

  6. Jeane @ 11 Dez, 2007 : 18:55
    Olá Silviosam... Por sugestão, visitei este site. Está fantástico e seu depoimento enriquecedor, sobretudo para nossos alunos que estarão desenvolvendo projetos no ano que vem, sobre o tema:Imigração Japonesa. Interessante o seu curriculo...Agora uma perguntinha.. e os haicais?..Não encontrei, ou não há mesmo citação... Parabéns.

  7. Sílvio Sano @ 11 Dez, 2007 : 22:21
    Olá Jeane. Obrigado pela visita e pelo comentário. Os meus haicais estão em meu site (www.silviossam.com.br), mas vc pode ver uma infinidade, além de ficar por dentro dos concursos brasileiros infanto-juvenis e adultos pelo site do Grêmio Haikai Ipê (www.kakinet.com). Aliás, já estão abertas as inscrições para o infanto-juvenil para 2008. Acesse lá. Abçs.

  8. Eduardo Seckler @ 14 Dez, 2007 : 11:00
    Caro amigo Silvio San, Li a história da imigração de sua familia e é muito interessante. A viagem do Japão para o Brasil foi muito sofrida como a da maioria do imigrantes, mas vcs são fortes, perseverantes, valentes e superaram todos os obstáculos para se estabelecer e vencer em nossa terra. Parabém e um abraço

  9. Grasiela Manzano @ 15 Dez, 2007 : 15:55
    Silvio, apesar de não ser nada japonesa, o Japão faz parte da minha família por meio de minha Tia Noriko (Tia Sandra!) e meus primos que hoje ainda estão morando no Japão. O Universo Japonês sempre fez parte de minha história e ao ler seu livro "Sonhos que de cá segui"me senti mais próxima ainda pois é a história de parte daquilo que vivo. Abraços e Parabéns.

  10. Aidê Magalhães Benfatti @ 21 Dez, 2007 : 10:51
    Como este mundo é pequeno, Silvio! Ao ler sua história, comentei com meu marido (Cesar Achiles Benfatti), que é de Fernandópolis e ele começou a falar de seu pai, de seus tios, da loja de roupas em frente à Praça Matriz....bons tempos aqueles, disse ele! Parabéns pelo trabalho que você vem desenvolvendo aqui, na Secretaria da Educação e continue escrevendo, pois esse é o seu caminho.... Abraços, Aidê Magalhães Benfatti

  11. Hiroshi Kimura @ 23 Dez, 2007 : 12:58
    Gostei muito do que li no seu depoimento. Acho que você é uma pessoa incomparável, que encontrou o seu lugar no mundo. Descobriu que as coisas podem ser mudadas e assumiu a condução dessa mudança e resolveu fazer uma diferença no planeta. Está hoje envolvido no desafio de transformar o mundo e isso é muito bom. Com o seu trabalho está sendo útil aos seus semelhantes. Parabéns! Conte comigo!

  12. yoshio imaizumi @ 28 Dez, 2007 : 02:27
    a participação do Silvio entre tantas coisas, no projeto viva japão, que é o maior projeto do centenário, com alcance nas mais de 5000 escolas publicas estaduais e mais de 5.000.0000 de alunos, só podia aumentar a minha admiração pelo Silvio e pelo Viva Japão. Já estive em Campinas e Registro acompanhando os projetos e se pudéssemos filmar todos os projetos teríamos um farto material sobre a integração de culturas. Parabéns Silvio pela sua enorme contribuição à causa do Centenario e de ser um distinto representante de nossa comunidade nikkey

  13. Flávio Y. Nakaura @ 28 Dez, 2007 : 10:43
    Parabéns SILVIO (Kazushi) (ká) (Shirú) (san) (sam) (Ssam) (Sano) !! Seja lá qual for o pseudônimo sei bem que, indiferente disso, o seu caráter, a sua personalidade, o seu carisma continuará sendo o mesmo, “gente boa” ! Como o tema aqui se trata de Cem Anos da Imigração Japonesa recomendo, para aqueles que não assistiram e queiram saber mais e “sentir” sobre a imigração japonesa, assistirem ao “dorama” (drama, novela) “Haru to Natsu” – uma história emocionante de duas irmãs que se separam e se reecontraram muitas décadas depois. Silvio, um grande abraço! Muita energia positiva em 2008, ano do rato!

  14. Suely Ramos @ 28 Dez, 2007 : 13:13
    Oie, Sílvio, companheiro do Programa Viva Japão.Adorei seu depoimento. Claro que sou suspeita para opinar sobre você e o Hiro.Tenho aprendido muito sobre a cultura japonesa, com ambos. Por causa de vocês, passei a admirar muito a determinação com que os japoneses e descendentes encaram seus desafios.Parabéns, pelo centenário da imigração, também.Esta festa, muito lhe pertence.Felicidades!

  15. Carmen Lucia Pavan Ribeiro @ 28 Dez, 2007 : 15:53
    Meu Caro Silvio, suas histórias são fantásticas e ler seus livros foi uma deliciosa viagem que realizei. Conheço todos os Silvios traduzidos nas diversas atividades que desempenha, especialmente as charges que são sua marca registrada. Tenho guardado um HAI KAI especial sobre as "palmeiras" e os "mosqueteiros" que refletem seu espírito aguçado e de grande sensibilidade. Mas, acredito que o melhor de tudo é sentar e conversar horas seguidas, por sua inteligência, sua vivência e seu conhecimento. Felizes daqueles que hoje desfrutam desse prazer que é ter Silvio a seu lado como amigo. Felicidades e que seu bom humor nunca acabe. Abraços!

  16. Mauro Sano Cruz @ 2 Jan, 2008 : 15:29
    Tio, muito bonita a sua história, uma pessoa que eu conheço desde que nasci (é meu tio de sangue, irmão da minha mãe) e que sempre foi um parâmetro de valores corretos e integridade, além de ser uma pessoa muito carismática. Este relato muito bem escrito por você é somente uma pequena parte de uma vida rica em cultura e grandes aprendizados que você conseguiu ter, e que voce consegue com muito carinho transmitir para as novas gerações. Com certeza mereceria o San que humildemente não quer associar ao seu nome. Do teu sobrinho que te admira, Mauro.

  17. marcão @ 2 Jan, 2008 : 17:43
    "marcão"sim...é o meu nome para um amigo de amizade enorme. Leitor dos "Sonhos que De Cá Segui", a eles voltei mais uma e mais uma vez, encontrando em cada nova leitura, o intelectual sério, o observador sagaz e o amigo falador, que me contava longas histórias de aventuras longínquas e encantadoras. Depois, bem, depois, nos apartamos no espaço. Mas isso não nos tornou e jamais nos tornará distantes. Temos corações e, no meu, está o amigo. Como, certamente, estou no dele. Um grande abraço!

  18. Samantha Shiraishi @ 2 Jan, 2008 : 22:12
    Silvio fala aqui uma Sam verdadeira... risos. Fiquei horada com o convite para conferir sua história, sem a qual este levantamento não teria meu respeito, diga-se de passagem. Vou conferir tudo, mas deixo aqui já registrado que sou uma fã de seus livros e que como ex-dekassegui me surpreendeu positivamente ler o romance que criou com a realidade bela e dura que vivemos, refazendo o caminho de nossos avós. Abraços e minha admiração a você e sua esposa, Sam http://movimentodekassegui.blogspot.com http://samanthashiraishi.wordpress.com

  19. Nilson H. Taninaga @ 4 Jan, 2008 : 06:21
    . Silvio, parabéns pelo seu depoimento! Fico sensibilizado pelo fato de você ter se ligado ao mundo das letras, uma vez que a arquitetura é uma atividade paralela à literatura: cuja ligação não é exatamente natural. Me chamou atenção os seus vários pseudônimos, tem realmente a ver com o que gostariamos ser no mundo, ou com a busca da identidade como você colocou no depoimento. E no mundo das letras isso acaba, quase sempre, desembocando na questão do nome. Temos, eu e a minha espôsa, apenas o "Confrontos & Conflitos" em mãos, exemplar especial por conter a sua dedicatória. Grato e parabéns por ele, não temos o "SONHOS QUE DE CA SEGUI". Abraços nossos daqui do Japão, Nilson (Tani) Taninaga .

  20. Elza Suguitame @ 4 Jan, 2008 : 07:43
    Silvio, já adentramos 4 dias de 2008! O tempo vôa, não? Muito obrigada pelo convite para apreciar a sua história. Tive o prazer de ler Confrontos e Conflitos, as suas páginas me deixou a impressão do Brasil e o Japão estarem próximos mesmo fisicamente distantes. Sou leitora assídua da Revista Gambare e das suas crônicas que fazem parte do mesmo. Muito bom ler! Abraços, daqui do Japão para você e familiares! Sempre sucessos! Elza Suguitame

  21. Chieko Kai Ashihara @ 8 Jan, 2008 : 12:31
    Muito dez Silvio, gostei muito. Acrescento o que aprendi neste final de semana: Hatsue = primeira filha. Em casa temos: batian da Vila (minha mãe que mora na Vila Dalila) e batian de casa (minha sogra). Meu avô costumava dar nomes brasileiros aos netos, mas desde que pudesse pronunciá-los (rs rs rs) Abraços.

  22. Nádia @ 8 Jan, 2008 : 21:02
    Quanto aos nomes femininos. Tem aqueles em referência às estações do ano, Natsuko (natsu=verão, ko=filha); Haruko (haru=primavera); Fuyuko (fuyu=inverno) e Akiko (aki=outuno).

  23. Sam @ 9 Jan, 2008 : 17:09
    Silvio, um grande amigo de nossa família (que também é Shatyo da empresa onde trabalho) conta uma história muito parecida sobre o nome dos irmãos. Ele é o terceiro, Mi-chan. Aqui no Brasil ficam todos tio Mi ou tio Dinho, como meu pai é conhecido, por seu nome japonês Eiji (Eidinho). Vou postar sobre o tema e comentar os prenomes de minhas tias, que os odiavam! E dizer porque eu não tenho nome japonês. Abraços e excelente tema, além do jeito divertido de contar, que só você tem. Sam

  24. Nair Aparecida Romão de Araujo @ 9 Jan, 2008 : 17:44
    Silvio Achei bastante interessante o tema abordado por você, principalmente quando comentou sobre a escolha dos nomes de seus irmãos. Tenha certeza, assim como o Sr Tsuneshi Sano ( seu pai) você é exemplo de conquista e vitória. Parabéns pelos livros publicados. É ..., conhecendo que se valoriza o esforço, a conquista, a luta de vida traçada por todos os imigrantes japoneses quando chegaram no Brasil. Esse site é muito bom, porque além de divulgar a cultura japonesa , faz-nos vivenciar a história de cada um. Um forte abraço Nair

  25. Yassuda Renato @ 9 Jan, 2008 : 18:36
    Prezado Silvio Sano; Fiquei muito honrado e grato por seu comentário. Agradeço pelas palavras de incentivo e lhe desejo sucesso e felicidades.Estou sempre a disposição para trocar informações. Atenciosamente; Renato Yassuda

  26. Cláudio Ayabe @ 10 Jan, 2008 : 16:52
    Olá, Silvio, Parabéns! Gostei muito do depoimento, super 10. Preliminarmente, aproveito para dizer que o considero um amigo de verdade, sem interesse e sem embalagem. "AMIGO DAS LETRAS" Achei a história da imigração de sua familia muito fantástica, interessante. Os desafios superados aqui, no Brasil, são honrosas lições para as gerações futuras. Um fortíssimo abraço e, muitas, geladinhas. Cláudio Ayabe

  27. Lilian Tomita @ 11 Jan, 2008 : 01:27
    Silvio, parabéns pelo seu depoimento! Achei a história da imigração de sua familia muito interessante.Preciso começar a pesquisar e escrever sobre a família Tomita. O que falar de vc, um amigo e um grande colaborador da colônia e do Jornal das Nações com suas excelentes charges. Abraços, Lilian Tomita

  28. Alexandre Nagado @ 11 Jan, 2008 : 13:00
    Silvio, quantas histórias e textos bacanas! Não deixe de atualizar sempre este seu espaço. Nunca havia prestado muita atenção em nomes japoneses. Afinal, eu não tenho, meu pai não tem e vários tios também não. Na verdade, nem minha avó paterna tinha. Mas, por crescer vendo desenhos e seriados japoneses, sempre tive vontade de ter um nome japonês. Usando o sobrenome pra assinar meus desenhos, muita gente pensa que "Nagado" é primeiro nome. Daí, muitos já me perguntaram: "Você se chama Nagado do quê?". Suas explicações foram bastante esclarecedoras e obviamente muitos nomes que eu conhecia passaram a fazer mais sentido. E parabéns pela letra da canção do centenário. Espero ouvir a gravação em breve. Abraços Nagado www.nagado.com

  29. Paulo S. Nogami @ 11 Jan, 2008 : 18:52
    Caro Sílvio, Estava mesmo meio distante deste programa. Ao retornar, quero parabenizá-lo por estar sempre em foco, pelas suas inúmeras aparições, tanto como receptor tanto como emissor de interessantes comentários. E pela posição sempre privilegiada que ocupa na relação de perfís. Você tem sido um verdadeiro promotor e estimulador. Merece um elogio da produção.Parabéns. A proposito de nomes femininos, minha avó materna, uma pré-Kasato Marú, que faleceu em Ribeirão Pires aos 102 anos, chamava-se Iwo. Na escrita japonesa o nome era representado pelas letras go (cinco) e hyaku (cem). Gostaria que me desse uma explicação. Tinha o significado de ser a quinta filha ou que se esperava que fosse viver 500 anos? Ou ambos? Desculpe-me pela ausência até hoje como comentarista de seus textos, como sempre muito brilhantes. Grande abraço. Nogami

  30. Sílvio Sano @ 11 Jan, 2008 : 20:13
    Prezado Nogami-San, também não tenho esse conhecimento todo da língua japonesa para ajudar a esclarecer a razão, mas, parece que não há dúvida quanto ao fato da ordem (5ª filha ou 5º herdeiro). Certo? Agora quanto ao tempo de vida, sem querer contrariar os ousados desejos do querido neto, desconfio que era para que ela vivesse, não 500, mas 100 anos. E ela, não apenas correspondeu como ainda saiu no lucro, com 2 anos de "lambuja". Né, não?

  31. Teruko Oda @ 12 Jan, 2008 : 02:34
    Silvio-san, oi! Não só confirmei a "postagem", como também reli o que havia escrito ... como foi sumir? Bem, não importa. Ou melhor, melhor! Assim, posso dizer de novo de minha admiração por você. Sinto-me honrada com o convite para compartilhar seus momentos, sua história de vida, seus "causos", sua interessante pesquisa sobre os nomes. O que me chama a atenção em seus textos é a coerência entre o escrito e a atitude. Em tudo, sente-se o frescor da palavra honesta, do sentir sincero. Retidão de caráter é sua marca registrada: parabéns! Que sua vida continue sendo uma linda história de amor e de sucesso junto a seus familiares. Espero poder ouvir, em breve, a sua canção do centenário na voz de Mariko-san. Enorme abraço, confrade!

  32. Jiro Takahashi - São Paulo @ 12 Jan, 2008 : 10:22
    Oi, Sílvio, que letra maravilhosa, assim como as histórias! Parabéns pelos textos e pela vida. Tenho uma grande admiração pelo que você vem fazendo, por isso vai ficar como um grande exemplo para todos, mesmo daqui a 100 anos. Um grande abraço. Jiro.

  33. Marcos Galvez @ 14 Jan, 2008 : 14:44
    Silvio sua identidade não pode ser mensurada, não é singular é plural. Arquiteto, escritor, chargista, cronista, compositor, haikaista, cantor (karaokê), pai, mãe, filho, amigo, ufa.. não é fácil. E tudo com inteligência e sofisticação. Que figura..... Parabéns pelas iniciativas e pelo modo que encara a vida... Abraços Marquito

  34. Carlos Takeo Sugui @ 15 Jan, 2008 : 12:39
    Kazushi, obrigado pela verdadeira aula sobre a origem dos nomes, muitíssimo interessante. Grande abraço - Carlos

  35. Priscila Guerrero @ 16 Jan, 2008 : 10:31
    Gostei do texto, parabéns!!!! (ps.: sou a filha da Salvadora, láaa do CAPE!)

  36. Salvadora Guerrero @ 16 Jan, 2008 : 11:13
    É muito bom ler um texto inteligente, ainda mais de um assunto, que nós ocidentais desconhecemos. Como sempre é uma aula, e por sinal, muito bem explicada.Foi bom para o Brasil que as 781 pessoas, das 151 famílias se aventurassem rumo ao país, saindo de Kobe em 28 de abril de 1908, a bordo do navio Kasatu Maru para o porto de Santos. Trouxeram seus sonhos, suas aspirações, suas experiências. Aprendemos muito com a cultura desse povo trabalhador, batalhador. Dentre eles tenho a alegria de tê-lo como amigo. Parabéns pelos 100 anos da Imigração Japonesa.

  37. Thomas Suzuki @ 16 Jan, 2008 : 20:24
    Estive em Fernandópolis no ano passado. Cidade dessas do interior de São Paulo de forte colonização italiana. Na cidade, visitando a família de uma amiga que conheci em Araraquara, cruzei outro nikkei. Ele olhou, olhou e veio. "Quem é você?" *risos* Numa cidade pequena de tão poucas famílias japonesas, ele sentiu-se à vontade pra perguntar quem era aquele "japa" que ele não conhecia! *risos*

  38. Maria, Issamu e Mayumi @ 17 Jan, 2008 : 03:20
    Oie!!! Hj consegui ler seu relato e adorei...Desculpe nw ter passado aki c/ mais tempo...Vc sabe o pq...Achei muito interessante, sou descendente mas, infelizmente, soh fui ter mais contato com a cultura japonesa em 1993 qdo fui como dekasegui p/ o Jp...Por isso nw sei como ajuda-lo na procura de nome p/ segunda filha, mas vou perguntar p/ minha sogra que eh japonesa legitima...quem sabe ela possa ajudar... eu sou apenas faixada...nem meu nome tem origem japonesa...Maria Aparecida, um professor de historia que eu tive, sempre me falava, vc nw tem cara de Maria muito menos Aparecida...Tem cara de Kazuko, Hiroko, Yoko... Adorei seu texto, aprendi um pouquinho mais sobre minhas origens...Assim que eu puder escrevo mais, pois agora o dever me chama, alguem acabou de acordar...bjks!!! muito sucesso!!!

  39. willy taguchi @ 17 Jan, 2008 : 10:52
    Com sempre com a lingua portuguesa viva na ponta da caneta, já comecou como um belo trocadilho no titulo. Na questao do nome, o meu tambem tem uma historia. Me chamo AKITO WILLY para ser entendido, precisa ser contextualizado. Nasci em Maringa no ano de 1959, no desabrochar do norte do Parana. O primeiro nome é uma masculinizacao de AKIKO, uma conhecida da minha mae, admirada por ela, pelo fato de àquela época cursava o invejado curso de DIREITO. O segundo, Willy, se deve ao admirado Jeep Willys, que nestas terras barrentas do Norte do Parana, era o unico veiculo que enfrentava a estrada, mesmo nos peridos mais chuvosos. Acabei me formando na faculdade e creio que tenho o espirito de brigador do Jeep...rs,

  40. Nelson Duarte @ 17 Jan, 2008 : 12:20
    Caro Silvio. Gostei muito de seus artigos e espero ler seu livro para conhecer melhor suas ideias. Espero que minhas impressoes, desta vez, cheguem ate voce. Abracos, Nelson Duarte

  41. Neir Ilelis @ 17 Jan, 2008 : 12:27
    Querido Silvio Sano, Li seu artigo e diante do escrito só me resta parabenizá-lo pelo conteúdo e pela forma brilhante com que você conseguiu expor seu pensamento. De pessoas como você é que precisamos para engrandecer cada vez mais a cultura. Mais uma vez parabéns. Estarei sempre à sua disposição. Abraços e longa vida.

  42. Wilson Yuji Azuma @ 17 Jan, 2008 : 13:11
    Oi Silvio, parabéns pelos textos! Aproveitando o tema decasségui, fui um também. O que mais chamou minha atenção quando morei lá foi constatar como os japoneses são diferentes em relação aos nikkeis. Por um lado é óbvio, mas, por outro, é uma coisa a se pensar. A maior parte dos nipo-brasileiros descendem de imigrantes doutrinados nas escolas do período Taishô, quando a honra do imperador era lavada à sangue. Esse pensamento/comportamento, em muitos aspectos antiquado (imperialismo; fanatismo; machismo), é fácilmente observado em muitos lares orientais no Brasil. Os nihonjins, por outro lado, me surpreenderam por serem bem mais moderninhos do que eu imaginava. Grande abraço!

  43. Ângela Bretas @ 17 Jan, 2008 : 13:21
    Sílvio, parabéns pela verdadeira aula de historia, pelo texto em relação aos nomes e sobrenomes... Obrigada por compartilhar esta ''verdadeira aula de raízes''. São pessoas como vc que fazem a diferença, resgatando do fundo do baú essas informações e conhecimentos milenares... abração com carinho. Ângela Bretas. www.angelabretas.com

  44. Izabel Terumi Takata @ 17 Jan, 2008 : 21:11
    Ola Silviosam, Um e-mail inesperado entrando na minha caixa postal e de repente, descubro que temos muitos amigos em comum...e, quando li o relato da sra. Takeko Ishida, fiquei pasma...afinal, descobri que ela é a mãe do Luiz e sogra da Cecilia (Shintani) que a conheci ainda, quando frequentava o ginasio..!! A familia Shintani sempre foi muito amiga da nossa familia. Meus irmãos e eu estudamos no mesmo colegio com os irmãos da Cecilia e moravamos muito perto, no mesmo bairro (Jardim da Saude). E, hoje falando ao telefone com a Cecilia, fiquei sabendo que v. também faz parte da roda de amigos da familia Ishida !. Dizem que nada acontece por acaso e por isso, vou considerar este nosso encontro, como um acontecimenot muito feliz. Outra coisa, o Thomas Suzuki que também está no site, ao tecer comentarios acho que v. entendeu que ele é de Araraquara. Pois não é. O Thomas é de Alvares Machado e aquele 1º Tomonokai News saiu graças ao trabalho dele Thomas. Inclusive a capa é de sua autoria. Na verdade, ele ajudou também na elaboração do 2º Tomonokai News, mas depois ele foi estudar e trabalhar em Araraquara e só agora está de volta pra S.Paulo. Ele é muito inteligente e tem trabalhos sociais muito bonitos. Quanto a v., realmente, parabens por tudo que tem feito e faz pelos nossos Nikkeys. Não há duvida que tem percorrido uma brilhante carreira... de sucessos. Que continue assim e muitas felicidades.

  45. Shaka @ 18 Jan, 2008 : 00:40
    Bom, acabei me tocando de um ponto nao abordado no seu texto... A sociedade japonesa sempre foi muito machista, entaum eh comum os nomes masculinos terem relacao com a ordem de nascimento. KAZU / __ITI / __TAROH - primeiro filho. __JI / __JIROH - segundo filho Que ao pe da letra... KAZU, ITI sao todos escritos com o kanji de numero 1. TAROH e "MACHO GROSSO" ou algo parecido. JI eh kanji de numero 2. Porem para as mulheres os nomes nao tem relacao direta com o numero 1,2,3. HATSU - kanji de "INICIO" nao primeira. MITSU - na maior parte das vezes o kanji eh de "HIKARI" ou seja "BRILHO". TSUGI - kanji de "CONTINUACAO" O comum para as mulheres eh ter nomes terminados em KO"crianca" ou MI"semente". Nos brasileiros que temos uma mente mais aberta para a igualdade eh que relacionamos o nome ao kanji quando naum temos muita nocao de kanjis... Afinal saum algo em torno de 6 mil ideogramas usados pelos japoneses e outros tantos mil usados pelos chineses... No caso do nome MITSUKO, no meu WORD japones, ele identifica 6 maneiras de escrever este nome, e somente um tem o kanji de 3"SAN", os outros saum de "UTSUKUSHII"ou "HIKARI". Eh realmente um tema profundo.

  46. Sílvio Sano @ 18 Jan, 2008 : 01:00
    É verdade, Shaka-san, mas tudo depende do kanji utilizado e da intenção do autor (em geral, o paizão, né). O meu Kazushi, por exemplo, é escrito utilizando o número quatro (shi) - pela vontade dele - mas já vi o mesmo representado pelo uso do kanji de "samurai" (shi). E o próprio "Kazu" poderia ser, além do "wa" meu, o número 1, como vc bem lembra. É muito interessante essa idealização de nomes pela utilização dos kanjis. Não? Arigatoune. Abçs.

  47. abilio @ 18 Jan, 2008 : 18:40
    verdadeira historia IMIN 100 esta nesse site www.imigracaojaponesa.com.br

  48. Tieko Fujiye @ 19 Jan, 2008 : 11:32
    Sílvio, hoje me lembrei que o meu avô paterno deixou nomes dos netos ( originários de samurais) e o meu pai dizia que ele só deu nome das netas, filhas do meu tio, irmão mais velho do meu pai. A 1ª filha se chamou Hiwako, a 2ª Niwako e a 3ª Sawako. O meu avô alegava que as mulheres adotam o sobrenome dos maridos e por isso não tinha muita importância, ele se preocupar com o nome delas, mas pedia para os filhos não colocarem o nome de atrizes ou cantoras nas filhas, por isso o meu nome é Tieko e não Tiemi. Abraços.

  49. Gabriel Nanbu @ 21 Jan, 2008 : 12:18
    Belo texto, Silvio. Sempre quis ter um nome português/nihongo. Meu avô havia ficado incumbido da missão de dar-me o nome em japonês, quando minha mãe estava grávida, mas ele demorou tanto que nasci, fui registrado e acabei "Gabriel" só. Acho nomes "híbridos" algo bem nipo-brasileiro. Será que eles continuarão a existir na quarta, quinta ou sexta geração?

  50. Sílvio Sano @ 21 Jan, 2008 : 12:54
    Mas o seu nome é "híbrido", Gabriel, ao menos, para a sua mãe, que escolheu para o seu nikkei brasileiro um nome de anjo. Abçs.

  51. Arlete Tsuiako Sano(Tsuia) @ 21 Jan, 2008 : 17:00
    Kazushi, parabéns pelo seu trabalho, seus textos me fizeram lembrar de detalhes de nossa família que eu já havia me esquecido (nosso sobrenome original e nomes iniciados por Tsune) e de momentos inesquecíveis de nossa infância (como a foto de Santa Albertina). Continue esse trabalho maravilhoso de divulgação e preservação da nossa cultura. Um grande abraço.

  52. Marcelo Hideshima @ 22 Jan, 2008 : 01:37
    A cultura milenar japonesa é muito rica em valores e tradições, para tudo existe um significado e um motivo, são poucas as pessoas que possuem a habilidade e o talento de compreender, assimilar e principalmente em transmitir a frente com entusiasmo e autenticidade para aqueles que admiram a cultura japonesa e querem aprender sempre mais. E isso Sílvio san tem conseguido nos motivar através de suas obras e artigos. Parabéns !!!

  53. Adenildo Lima @ 26 Jan, 2008 : 23:15
    Ao amigo Sílvio Sam. O sol nascente/ Reflete a bela nação/ Brasil e Japão: mesma gente. (Adenildo Lima)

  54. luiz ishida @ 27 Jan, 2008 : 22:04
    Caro amigo Silvio Sam: Entre os nomes relacionados, os dos meus pais são respectivamente Takeshi e Takeko, a minha tia era Mutsuko e casou-se com um Sano... Fica ai a relação entre os Take's e ko's das minha mãe e tia pra esclarecer... Um abração Luiz

  55. Ana Paula @ 30 Jan, 2008 : 18:23
    Silvio Sano-san. Vi a letra da música que compôs e com certeza terei o prazer de ouví-la cantada e muito este ano! Realmente acho que a maioria de nós acabamos tendo sentimentos e chegando a conclusões semelhantes em relação à história destes 100 anos de imigração japonesa no Brasil, porque tbm somos parte dela e tbm porque ainda estamos fazendo e construindo esta história. É bom poder pensar sobre isso, refletir sobre o futuro também, mas o melhor de tudo é ter a chance de poder escrever e compartilhar estas idéias. Parabéns ao Sr.! É muito comum encontrarmos sanseis escrevendo o que pensam e o que sentem em bom ou médio português, mas nisseis que conseguem esta façanha dá para se contar nos dedos. Sinto-me honrada por poder estar participando deste ciclo de comemorações e destas trocas de "histórias" e mais ainda por ter sido alvo de sua leitura. Muito obrigada.

  56. marcelo tamada @ 31 Jan, 2008 : 22:10
    O Silvio San é incansável, dono de múltiplos talentos. Já o encontrei em cada lugar... É lógico que o encontraria também no site da Abril com suas histórias e experiências! Um grande abraço!

  57. Issao Minami @ 4 Fev, 2008 : 12:47
    Retornei do Japao recentemente. Estive a convite da Kyoto University participando de uma conferëncia internacional ao lado de Fidelito Castro Dias Bailart. Ocasiao onde pude, inda que tardiamente (tenho mais de cinquenta anos) retomar minha origem e reatar os lacos com a minha ancestralidade. Emocao a parte, foi conhecer Awaji Shima onde meu pai nasceu e viveu sua infancia, ver de perto a montanha onde ele se refugiava, o lago onde nadava e, o casarao dos Minamis de mais de 500 anos...o consultorio e o mobiliârio onde meu bisavo, que era medico, manipulava as quimicas homeopaticas e as ervas para tratar seus pacientes e o que mais me tocou profundamente, o local sagrado, no sope da maontanha, onde se encontram repousando as 18 geracoes dos meus antepassados.

  58. Melissa Manako @ 4 Fev, 2008 : 23:47
    Olá Sr. Silvio! Quanto tempo né... Parabéns pelos belíssimos trabalhos que vem realizando ao longo de sua história e contribuindo para o enriquecimento de nossa história nippo-brasileira. Fico muitíssimo agradecida pelo recado enviado de nosso amigo Robertinho Casanova, o qual nos faz muita falta... Um grande abraço e até mais.

  59. Akio Ogawa @ 11 Fev, 2008 : 20:37
    Silvio - san Como um nissei, não nego que temos sempre a intenção nos apresentarmos melhor e sempre cada vez melhor e com isso, adicionado a pressão da falta de tempo, acabamos adiando "ad eternum" a publicação de um simples comentário. Sem querer me justificar, confesso que levei muito tempo em cima das coisas que você escreveu, gostei de muitas das suas observações: Concordo plenamente consigo quando você diz "acredito que êste país de mais de 60 nacionalidades imigrantes diferentes, no futuro, ainda haverá de servir de exemplo ao mundo de que "raças" e "crenças" diferentes podem viver em harmonia. Muito legal a letra do "Pra Voltar a ser Feliz", bonita sem ser piegas e mostrando uma visão global do que fomos nestes cem anos, parabéns. Legal a sua união com uma "genuína"! É ... nascida lá! Estou na mesma situação e curtindo muito. O título "Sonhos Que De Cá Segui" é muito interessante e abrangente. Continue produzindo bastante. Abs. Akio

  60. Eiko Nomi @ 16 Fev, 2008 : 13:30
    Por incrível que possa parecer, Sílvio, em minha cidade, além dos exemplos que já tinha te citado, existia também um Juichiro, que seria o nome do décimo primeiro filho homem.

  61. Paulo Soichi Nogami @ 18 Fev, 2008 : 22:06
    Caro SÍLVIO, de encontros semanais no karaokê, Parabens ao trio perfeito: compositora, TRADUTOR e cantor. Forte abraço, Nogami

  62. Fe e Fredy @ 19 Fev, 2008 : 22:07
    Grande Silvio! Finalmente te achei....Parabéns pelo depoimento e pela tradução da música! Abraços, Fe e Fredy

  63. Paulo S. Nogami @ 21 Fev, 2008 : 17:48
    Com relação ao nome Juichiro (11º homem), referido pela colega comum de karaokê Eiko Nomi, é um tanto difícil de acreditar. O nome correto não seria Jun´ichiro? Como no caso do famoso novelista Jun´ichiro Tanizaki?

  64. Sílvio Sano @ 21 Fev, 2008 : 18:08
    Bem observado, Nogami-san. Precisamos investigar. Alguém poderia nos ajudar? Mas, por aquela seqüência apresentada e comprovada, não mais me parece difícil de acreditar. Né, não? ... inda mais sem TV, naquela época... (rsrs)

  65. Adalberto da S Cunha @ 21 Fev, 2008 : 23:52
    Cara, com todo seu talento a Arquitetura era mesmo muito pouco para te abrigar. Estou orgulhoso de partilhar sua amizade desde nossos longinquos 11 anos um abraço Adalberto

  66. robertinho casanova @ 28 Fev, 2008 : 18:13
    Antes de tudo ,gostaria de lembrar daquela caricatura do super casanova nao esqueco nunca,e gostaria de agradecer pelo carinho com minha pessoa,e muito feliz em ter mais um amigo???suimasem Silvio Sano...robertinho,mika e rina chan abracos,...

  67. Thaís de Lê @ 1 Mar, 2008 : 17:30
    Gostaria de saber se o sobrenome Lê é Japonês, pos minha familia alguns tem olhos pequenos, eu quando nasci parecia uma japonesa, mas hoje nem tanto alguem pode tira minha duvida, gostaria de saber de qual lugar veio. Meu E-mail é thaislel@uol.com.br obrigado!...............

  68. Paulo Moriassu Hijo @ 3 Mar, 2008 : 12:19
    Eu, quando criança, falava o nihongô e okinawgô. Mas a gente cresce e acaba falando só o português. Hoje, infelizmente, não sei mais falar japonês. Mas a sua versão da canção deve provocar a mesma emoção da japonesa. Parabéns! Ah, outro dia, alguém comentou comigo sobre o livro "De cá Segui". É da sua autoria? Se for, como faço para adquirir ume exemplar?

  69. Sílvio Sano @ 4 Mar, 2008 : 21:33
    Olá, Thaís de Lê. Desculpe-me por ter demorado a te responder. É que estava esperando que alguns dos leitores o fizesse. Como não veio nenhuma ajuda de "fora"... estou aqui, pois, para tentar sanar a sua dúvida. Quem sabe alguém não intervenha logo após. Né, não? Pois bem, só posso garantir que o seu nome não é japonês! Isso, em virtude do "de" antes do "Lê"... apesar de certos escrivões nesses nossos cartórios, né. Mas, a resposta, minha querida, deve estar em sua árvore genealógica, que imagino não precise ir muito longe para descobrir. Aliás, faça isso não apenas com esse objetivo, porque acabará descobrindo coisas interessantes na história de sua família. Assim como já deve ter observado, como os próprios nikkeis, afins e simpatizantes presentes neste site da Abril, estão se mostrando surpresos com suas descobertas. Inclusive, por oferecê-las aos respectivos parentes que não as conheciam. Abraços.

  70. Celina Yamamoto Nishimura @ 6 Mar, 2008 : 14:42
    Caro Silvio! O seu depoimento é muito enriquecedor e a música é incrível. Fui lendo e ouvindo a música ao mesmo tempo e fiquei emocionada. Tenho orgulho de ser descendente de japonês! Também gostaria de agradecer pelas palavras tão bonitas e encorajadoras que você deixou junto à minha história.Na verdade, me sentí honrada de receber comentário de uma pessoa como você! Resolví entrar em contacto com o Museu da Imigração Japonesa. Um grande abraço

  71. Kelly Nagaoka @ 11 Mar, 2008 : 11:53
    Oi Silvio! Uau, quantos comentários! Que sucesso! Adorei a letra da música! Parabéns! Obrigada por todas as dicas! Abraços

  72. iuzo @ 15 Mar, 2008 : 18:02
    Silviosam , parabéns pela composição da versão em português da música em homenagem ao centenário da imigração japonesa no Brasil!!! \(^^)/ Gostei muito das suas historias “pra voltar a ser feliz”e a “sobre nomes japoneses...” A comparação com os animais é incrível ,já que no fundo fazemos também parte da natureza. Esse tema pode ser muito bem aprofundado, dá até pra escrever um livro. Somos como eucaliptos que originários da Austrália reflorestam as montanhas na via Anhanguera e agora alguns deles crescem mais alto do que na própria Austrália. Um cardume de tilápias do Nilo vivendo na represa de Guarapiranga, que não são mais brancos ou cinzas, eles são meio avermelhados. Apesar de sermos do mesmo sangue dos nossos antepassados, com o meio em que vivemos, acabamos criando uma nova “espécie de japonês”. Agora somos brasileiros descendentes de japonês, criamos nosso próprio costume. Se voltarmos para terra do sol nascente, ao mesmo tempo em que sentimos sintonia, iremos sentir um distanciamento. Nesses 100 anos que se passaram criamos o nosso próprio jeito de pensar, de sentir e de viver. Nós sobrevivemos nos dias de hoje e nos multiplicamos. Respeitamos os nossos antepassados e aprendemos com a cultura do nosso país. Colocamos as duas nações juntas e criamos novos modos de pensar que contribuem de alguma forma com a humanidade. Parabéns a Você, SILVIOSAM, pela contribuição dada para Colônia Japonesa. Um abração do seu eterno amigo, iuzo

  73. Kenji Arimura @ 21 Mar, 2008 : 06:20
    Olá Silvio, Segui o seu conselho, de dois meses atrás, e finalmente postei o texto e uma foto do projeto fotográfico que estou me dedicando este ano. Com sempre, seus textos, além de educativos, são comoventes e de grande inspiração para mim. Obrigado e um grande abraço!

  74. Mauro Kyotoku @ 23 Mar, 2008 : 07:17
    Prezado Silvio-San. Parabéns e elógios encontramos aos montes aí em cima, não precisamos ser redundantes. Então, vou comentar um assunto que observei nos seus textos e talvez encontre no seu livro, é o problema da identidade nacional. Talvez isto tenha se agravado com a volta ao Japão de muitos netos e filhos de imigrantes japoneses. Não somos brasileiros aqui por termos olhos puxados e não somos japoneses no Japão por não falarmos japonês. Outro grande problema, é que muitos brasileiros e põe muito nisso não se identificam com o Brasil, principalmente devido a qualidade de nossas lideranças políticas e neste perfil caem muitos nipo-brasileiros. Como sou uma raridade em termos de feições, o pessoal daqui sempre me pergunta o que vim fazer aqui. Sempre respondo que o povo japonês é muito aventureiro, no sentido que quer aperfeiçoar sempre as coisas, inclusive isto faz com que, sejam aventureiros no sentido amplo e se desloquem a vários locais do mundo. Na Paraíba temos um exemplo, o Sr. Eiji Kumamoto chegou por aqui, sozinho, no início da década de 30, constitui família, trabalhou no comércio de algodão, uma breve história do Sr. Eiji está aqui (http://www.clickpb.com.br/artigo.php?id=20080225030357) contada por seu filho Dr. Italo, um médico muitissimo bem sucedido em João Pessoa. Este sentido de aperfeiçamento, tornam-nos cidadões do mundo é dessa forma que respondo quando me perguntam, e isto é frequente em João Pessoa, se me considero um brasileiro ou um japonês. Assim, sou um CIDADÃO DO MUNDO, procurando aperfeiçoá-lo dentro da minha capacidade, possibilidade e pretensão. Desta forma, caro amigo Silvio-San, se me permite chama-lo assim, é que espero contribuir para a paz [como você explicou do seu nome japones(Kazushi)] de espírito de todos aqueles que vivem atormentados por este dilema, que você pertinentemente levantou, nestas páginas da Abril da imigração japonesa no Brasil.

  75. Sílvio Sano @ 23 Mar, 2008 : 11:28
    É verdade, Mauro-san, o assunto está presente em meu último livro Confrontos & Conflitos, bem como em vários artigos que escrevi. Na versão em português, A Energia do Amor, que compus (da música japonesa Kampai), cantada e gravada pela cantora nikkei Karen ito, ousei-me até a afirmar que "o Brasil ainda há de ser um exemplo para o mundo, de que se pode conviver num ambiente de amor, 'raças' e credos diferentes..." de tanto que acredito nessa condição, hoje privilegiada, de podermos fazer um intercâmbio cultural imenso (mais de 60 nacionalidades diferentes) sem a necessidade de cruzarmos fronteiras! Quanto à questão "aventureiro", sem querer ser literal (rs), fui "mochileiro" na América Latina (14 países em 90 dias!) e no Brasil (6 estados em quase 30!)... em 1976/77, "quando dava".

  76. Fernando Shintani @ 6 Abr, 2008 : 19:43
    Olá Sr. Silvio, tudo bem? Obrigado pela mensagem que deixou para mim. Mesmo antes de saber quem era, fiquei lisongeado por suas palavras. Agora que encontrei a sua página, conheci um pouco de ti e percebi o quanto é notória a sua pessoa e os laços estreitos que mantém com a cultura japonesa, sinto-me mais lisongeado ainda. E, parabéns pela música, ficou muito boa, já a ouvi várias vezes. Um grande abraço.

  77. Rita de Cásia Arruda @ 7 Abr, 2008 : 03:03
    Adorei suas histórias, Silvio. Muito bacana esse resgate que os depoentes têm feito aqui. Em sua maioria, são histórias comoventes e engraçadas. Com relação a seu relato "Sobre Nomes Japoneses e Curiosidades", tem uma história legal há muito tempo contada pela Irene Ravache (atriz) no Programa do Jô. Até deixei o mesmo comentário lá na página do Julio Fucata. Quando foi dar à luz seu primeiro filho, muito emocionada, Irene queria reter na memória cada precioso momento daquele dia. Na maca, já a caminho do centro cirúrgico, com soro na veia e tudo o mais, meio grogue, ela segura o braço do médico, um nissei, e lhe pede que diga seu nome, mas muito pausadamente, segundo ela, de modo que posteriormente dele possa se lembrar para escrevê-lo no álbum de fotos do bebê. O médico, educadamente e bem devagar, aperta-lhe a mão e diz: "Joooooor-ge. Meu nome é Jor-ge, dona Irene". Ela certamente esperava um daqueles nomes impronunciáveis. Obrigada por dividir conosco suas histórias.

  78. Celina Yamamoto Nishimura @ 9 Abr, 2008 : 18:36
    Caro Silvio! As suas histórias são realmente interessantíssimas. Lí todas, me identifiquei bastante e me orgulho de ser nikkei. É muito bom saber que somos todos tão parecidos e os nossos pais, lutadores e vencedores, nos deixaram uma herança tão enriquecedora. Muito obrigada pela sua mensagem na história do meu pai. Fiquei muito feliz! E o meu pai também! Um grande abraço!

  79. Silvana Augusto @ 11 Abr, 2008 : 17:51
    Silvio, É sempre um grande prazer ler e conhecer mais sobre você. Pena que estamos distantes e não podemos mais papiar. Mas saiba que sempre tive uma admiração grande pelo ser humano que você é. Um grande abraço Silvana Augusto

  80. Evelyn Tiemi Takamori @ 24 Abr, 2008 : 10:37
    Silvio, foi uma grata honra tê-lo conhecido finalmente...em muito graças ao Programa ViVa Japão!!! Gostei da música que você escreveu reflete o espírito que cada descendente e imigrante está sentindo neste centenário. Abraços. Evelyn, Campinas.

  81. Monika - Lúcia Sumie Ue @ 24 Abr, 2008 : 20:59
    Silviosan, falar sobre você é chover no molhado, pois já o conheço desde o livro "Sonhos que de cá segui" e de lá pra cá minha admiração só tem crescido.Sua história e curiosidades me fizeram refletir sobre a nossa cultura ocidental como a oriental, pois no dia-a-dia passa-se despercebido sem dar o valor devido. Aliás, cada dia que passa aprendo a respeitar e admirar o país em que meu pai nasceu (Japão) e também agradecer este país (Brasil) que o acolheu. Sua história em alguns momentos coincide com a minha. Aí, a gente chega a uma conclusão: os pais sempre são os mesmos (mesmas falas, mesmas broncas, mesmos comportamentos...), talvez mudem somente de endereço. Cabem aos filhos e netos os entenderem e dedicarem todo carinho e amor.Obrigada pelo apoio que você dá a todos indistintamente. Não se preocupando com tempo gasto, cansaço, etc. Você se doa por inteiro. Quase tenho certeza que o seu jeito de ser, se deve a um anjo chamado "Kazue-san", por ser ela compreensiva e amorosa. Este meu pensamento coincide com o de minha irmã Linda que diz ter verdadeira adoração por ela.

  82. keiko sakihama nagata @ 28 Abr, 2008 : 17:04
    Oi Silvio é muito bom encontrar um amigo que nunca mudou em nada nem com o passar do tempo e virar nome na mídia ... Silvio é família é coração ... Emana uma luz pura como o nascer do dia e a cada ano que passa cresce mais e mais ... Vc Silvio, Kazue sua esposa e Tadashi que vi bebê é uma família admirável ... Parabéns ... é muito bom encontrar pessoas que engradecem nossas raízes ... Deus te abençoe com muito carinho ... e faça com que a cada dia suas conquistas sejam mais e mais ... Omedetouuuuuuuuuuuuuuu domo arigatouuuuuuuuuuuu bjs

  83. Juliana Sano de Almeida Lara @ 4 Mai, 2008 : 23:20
    Olá, tio! Finalmente li todo o seu depoimento e gostei muito. É muito bom encontrar um pedaço da sua história, que também é minha, lê-la, resgatá-la... É muito gostoso ver as fotos, reconhecer as pessoas, ver minha mãe bebê, hehe... Gostei muito da discussão sobre os nomes! A gente aqui em casa só estava querendo saber se você vai colocar a árvore genealógica também. Agradeço pela oportunidade que você nos dá de conhecer um pouco mais da história da nossa família e também, da oportunidade que me dá de lembrar que existe uma longa história que é anterior a mim e o quanto isto me deixa honrada das minhas origens do outro lado do mundo... Beijos e abraços a você, à tia Kazue (ou "Kajuce"!) e ao primo aniversariante Tadashi! Da sua sobrinha Ju

  84. Mitie Shimozono @ 6 Mai, 2008 : 15:48
    Olá, bom,eu faço curso de língua japonesa... o meu curso vai se apresentar num evento dos 100 anos da imigração. o evento se chama "Japão em São Bernardo no Pavilhão Vera Cruz".nós vamos cantar 3 músicas e uma delas vai ser essa só que será assim,a primeira e a segunda parte cantaremos em japonês e a última cantaremos em português

  85. Agnês Mäyümi @ 9 Mai, 2008 : 10:49
    Tio, Muito Obrigada por seu comentário e incentivo para escrever, fiquei muito Feliz por poder compartilhar a história de meus antepassados e poder contribuir para montarmos a nossa História da Imigração; eu me sinto responável por resgatar os elos existentes desde o Japão até o Rio Grande do Sul,pois se eu não o fizer, muito em breve não se saberá mais de onde e como viemos parar aqui,as histórias se perdem no tempo, e é uma forma de poder compartilhar com meus tios, primos e descendentes, histórias que pude ouvir de minha Vó Maria, dos parentes de minha mãe daqui e minhas lembranças nostalgicas de Infância,Dithan,Vó, tios e primos, pode ter certeza que também tenho muitas lembranças nostalgicas de você, da Tia e do Tadá. Muito Obrigada por sempre me incentivar em meus projetos desde que eu era pequena e fazia lição da escola na sua casa.

  86. Carlos Lopes @ 22 Mai, 2008 : 17:19
    Sílvio, gostaria de ter o seu dom da escrita para poder aqui expressar toda a admiração que tenho por você e a estima que tenho por todos os nikkeis que convivo.Embora não sendo descendente de japoneses fico emocionado quando leio as historias dos vossos antepassados, o que me faz lembrar que os meus, ao cruzarem o Oceano, para iniciar nova vida no Brasil, também passaram por dificuldades semelhantes. Através de você quero parabenizar todos os nikkeis que vivem no Brasil, pois estou certo que vocês muito fizeram para a grandeza deste país e também agradecer por nos terem recebido tão bem no GRUPO HORIZONTE. Abraços, Carlos Lopes e Edina

  87. Elizabeth Mie Higasi Kohara @ 27 Mai, 2008 : 20:08
    Silvio, li seus relatos e viajei no tempo, pois me vi em várias situações por você citadas.Ao mesmo tempo, voltei ao passado e relembrei as festas, bailinhos que ocorriam em sua casa, onde meus irmãos (Heitor, Honório),minha prima (Nobuko) estavam sempre presentes. Um grande abraço à você e à Kazue.

  88. Ana Tiemi Ogura @ 5 Jun, 2008 : 14:45
    Oi, primo, todos nós temos uma história para contar e a nossa família não poderia ficar de fora. Aguardo ansiosamente o relato da nossa.Quando fui para o Japão, como dekassegui, acreditei que poderia encontrar as minhas raízes, mas ledo engano, ela estava aqui, com os nossos pais, nossos tios, etc. Este site está sendo uma coisa maravilhosa, porque são centenas de história que ficarão gravadas para sempre e não mais nas memórias que se perderiam com o desaparecimento de quem as detinham. Encontrar vc neste site foi uma agradável surpresa, obrigada!

  89. Solange @ 10 Jun, 2008 : 18:46
    Então trabalho ao lado de um puro sangue azul???Quem diria!!!Bem, deixando a brincadeira, o trabalho que vocês estão desenvolvendo pela ocasião do centenário da imigração, traduz a certeza de que o país soube acolhe-los e que nada como um brasileiro (com sangue azul)para fazer festa, hein???? Bjs

  90. Ana Cristina @ 10 Jun, 2008 : 19:43
    Silvio, adorei suas histórias e seu jeito de contá-las. Você entretem o leitor de tal forma q nos sentimos no meio da narrativa. Por meio delas, fiquei sabendo de muitas coisas que não conhecia do Japão, obrigada por compartilhar sua vida conosco! Um abraço

  91. Tieko Fujiye @ 20 Jun, 2008 : 09:01
    Sílvio, parabéns pela sua participação no Livro Resistência&Integração: 100 anos de Imigração Japonesa no Brasil do IBGE, lançado na terça -feira passada, "os personagens da abril" tiveram algumas fotos, publicadas no livro, graças ao seu empenho em divulgar o Projeto da Abril. (a oportunidade só poderia ser criada por um sangue azul!!!). Obrigada! Silviosam!

  92. Cristina Sano @ 24 Jun, 2008 : 18:21
    Sílvio, será que somos irmãos?!!! he he he Escrevi para vc, assim q vi seu comentário em minha página, só depois descobri que tinha que clicar 2 vzs para enviar. Muito obrigada, li o seu relato, adorei, vc escreve de forma fluente e a gente viaja na história. Este site é uma benção, pois estou conhecendo pessoas incríveis como você, através dele. Parabéns pelo seu trabalho, quem sabe, nos encontramos no meio de uma festa dos Sanos?

  93. nelsonsinzato@brturbo.com.br @ 28 Jun, 2008 : 20:10
    Omedetô, Silvio sam.Já havia lido artigos seus nos sites da Comunidade Okinawa. O que mais me impressiona é a sua elegância em escrever na língua portuguesa. Noto que você tem comentado relatos de outros participantes e "roubado a cena" pela sua habilidade em se expressar na língua portuguesa. Atualmemte residindo em Cáceres, Mato Grosso, lendo você citar Fernandópolis, cidade natal da minha esposa Dalva Domenes Sinzato, meu sangue paulista me faz lembrar de Dracena, minha cidade natal e vendo citações de políticos nikkeis lembro-me do saudoso Paulo Tahara, vereador e depois prefeito de Dracena, padrinho de batismo de minhas sobrinhas Cristina Sinzato e Simone Sinzato. Ainda falando de deputados nikkeis, não esquecer do Antonio Morimoto e do okinawano Paulo Nakandakare.

  94. Reinaldo Teshima @ 30 Jun, 2008 : 12:41
    Olá Sílvio! Omedetou!!! Muito boas a sua historia! Arigatou neh! pela atenção na exposição no Anhembi..adorei!!! quando cheguei em ourinhos,,,entrei na net e ja fui procurar a sua historia na editora Abril. Abração. Parabéns!

  95. Eduardo Mattos @ 7 Jul, 2008 : 16:00
    Silvio vc é dez ! simpatia,profissionalismo e competência são alguns dos atributos que carregas na sua bagagem como ser humano, arquiteto e escritor!Aguardo uma charge dos quatro brasileiros em Tóquio !Saudações marinhas !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  96. japa pobre @ 25 Set, 2008 : 02:25
    conheci mariko nakahira atraves dele

  97. Kátia @ 30 Set, 2008 : 21:17
    Tio Silvio! Finalmente passei por aquí para deixar o relato de toda a admiração que tenho por você! Você é um talento incomparável que tem o dom de cativar e ajudar o próximo de todas as formas possíveis! A sua existência faz toda a diferença no mundo e me sinto privilegiada por estar quase entrando pra sua família que me fez admirar a cultura japonesa ainda mais do que eu já admirava! Um beijo com carinho.

  98. ANTONIA REGINA FIORILLO ALVES @ 14 Nov, 2008 : 09:13
    Parabéns pela suas ideias, te conheci na EEAnna Pontes de Toledo Natali, gostei muito da suas idéias, sua cultura, vc com certeza acrescentou muito em nossa unidades.

  99. Renato Yassuda @ 4 Dez, 2008 : 07:08
    Prezado Sano Silvio-san; Parabéns pelos ótimos comentários, inclusive no Blog da Redação, neste site.Saúde e Paz.

  100. Tieko Fujiye @ 15 Jan, 2009 : 07:36
    Sílvio-san, havia estranhado por vc que é muito voltado à sua família não ter escrito a história deles nesta página, com detalhes que é próprio do escritor Sílvio Sam em suas obras, o que faz com que os leitores admirem mais ainda o verdadeiro Sílvio que conhecemos, que lembra sempre nas suas conversas , do filho e da Kazue-san com muito amor.

  101. mario kastsuhiko kimura @ 1 Abr, 2009 : 05:30
    Sr. Sano Silvio-sam, Senssei, Parabens pelas aulas em seus relatos fazendo mercê de ser um grande escritor. Li suas historias paulatinamente, razão da demora em registrar elogio à sua página. Peço minhas escusas. Como já relatei acabei virando assíduo leitor das diversas historias escritas, tenho deliciado com vários relatos, sempre aprendendo algo mais. Obrigado, grande abraço

  102. Takeshi Misumi @ 6 Abr, 2009 : 09:18
    Caro Silvio Sano, fiquei deveras honrado com a leitura que fez do meu perfil. Quando vi o seu nome dentre os comentaristas fiquei surpreso. Foi como se tivesse recebido em minha casa uma personalidade ilustre. Tal qual aconteceu com sua família que recebeu um monge em Fernandopolis nos idos de 1958. A emoção foi tomando conta de mim a medida que lia as palavras elogiosas que voce teceu ao longo do extenso comentário. Ao final eu me senti premiado! Talvez até mais do que ganhar na loteria. Eu me senti no podium, com a láurea na cabeça. Não respondi de imediato pois a emoção foi tamanha que procurei adotar o mesmo procedimento que você. Esperei alguns dias. Confesso que continuo emocionado e lisongeado com os seus elogios. Não sei se os mereço. Mas agradeço de coração. Principalmente, porque partem de um escritor consagrado e profundo conhecedor das particularidades da comunidade nipônica. Acompanho e aprendo muito com as suas crônicas, histórias e tudo mais não somente neste site, mas também na imprensa em geral. Sou leitor assíduo das suas crônicas e charges no Jornal das Nações do meu amigo Mário Tomita.

  103. nathalia gabrielle de oliveira reis (Tamashiro) @ 15 Abr, 2009 : 07:42
    Silvio sou mestiça meu pai e japones meu avó paterno e etc...resumindo minha familia de parte de avó paterno e tudo japones.adorei seu comentario e gostaria de saber mais. alem de ter apenas 10 anos eu sou muito intereçada em conhecer e saber a historia de familias japonesas e do proprio Japão.infelizmente não consigo achar a lista de nomes dos imigrantes japoneses meu tio do japão me disse por tel que daria para mim encontrar pela net mais não consegui pois ele dis que o nome do meu tetra avó esta na lista.vc sabe como encontrar?

  104. Silvio Sano @ 15 Abr, 2009 : 09:24
    Oi, Nathalia. Preferia responder diretamente em seu perfil, aqui neste site, mas não a achei. Escreva diretamente para mim (silviosam@nethall.com.br). Ok? Bjs.

  105. Yumi Takano @ 19 Mai, 2009 : 09:54
    Olá Silvio san, Hajimemashite! Foi uma surpresa agradável ao receber comentário de uma personalidade da mídia como você. Muito Obrigada por ler meus textos! Realmente temos coincidência sim. Lendo seu artigo dos imigrantes onde você relata da sua ligação parentesco com a família Imperial por parte da ex-imperatriz, sua alteza Nagako. Incrível que pareça, a filha do primo de meu avô materna cujo sobre nome Takahashi é casada com primo da atual imperatriz Mitchiko. Essa famíla Takahashi era industrial do setor químico em grande Tokyo. Agora não há como perguntar o nome verdadeiro desta prima em quarto grau, porque os meus avôs já faleceram. Como não sou famosa nunca falei isso publicamente, pois as pessoas iriam me achar uma piada. Também é super interessante o seu artigo “Miscigenação”. Na atualidade é impossível cultivar o conservadorismo racial e nem se deve. Entretanto o matrimônio das pessoas de diferente etnia deve-se unir também as partes culturais, havendo um intercâmbio entre si. Meu irmão, por exemplo, casou-se com uma brasileira sem ascendência japonesa. A cunhada acha que eu devo abdicar das minhas tradições e se tornar uma verdadeira brasileira já que mora no Brasil. Inclusive desfazer do hotokesan. Assim o relacionamento familiar acabou-se extreitando. Por isso a união só por amor não basta, precisa respeitar a cultura do parceiro e a familia também. Termino por aqui te desejando muito Sucesso. Gostei muito do seu site. Abraços! Tudo de Bom!

  106. Yumi Takano @ 20 Mai, 2009 : 09:20
    Konnichiwa Silvio san! Muito obrigada pelo comentário sobre a tradição e Parabéns pela Boda do seu filho. Apesar do meu jeito de ser mais ocidental vou manter a tradição japonesa porque isso está na raiz, e também é um modo de agradecer aos meus antepassados. Parabenizo pelo seu excelente trabalho. A arquitetura e a literatura também fazem parte da Arte que é um dom maravilhoso. Continuarei te apreciando. Um grande abraço!

  107. Tieko Fujiye @ 6 Jun, 2009 : 04:53
    Sílvio-san, mais uma vez agradeço pelo comentário na minha página sobre o Jardim Oriental e o vídeo do mesmo que coloquei, mas volto a lembrar que vc e o Prof Hiroyuki, foram os maiores incentivadores do sonho de construir um jardim na nossa escola, dentro do Programa Viva Japão. Como sempre a sua presença aqui na Escola Anna Pontes é lembrada até hoje, pelos alunos e pelo corpo docente, o seu contato com os alunos foi muito agradável, enriquecedor, tanto no Viva Japão como no Sarau Literário. Convido vc, o Prof. Hiroyuki e a Profª Hilda para virem conhecer o nosso Jardim, ficaríamos muito felizes! Abraços do Corpo Docente, Discente e ...meu. Ossewa narimashite, domo arigatogozaimassu.

  108. EE Anna Pontes @ 26 Jun, 2009 : 01:24
    Os alunos da EE Anna Pontes parabenizam Silviosam pelo seu aniversário, desejando que este dia seja muito especial!

  109. Silvio Sano @ 3 Jul, 2009 : 04:43
    Para que os queridos usuários deste site não me achem mal educado, informo-lhes de que já agradeci aos alunos da EE Anna Pontes... na data certa - mesmo dia(rsrs)... por email, à diretora daquela escola, profª Tieko Fujiye, que também mantém seu perfil neste site. Abs.

  110. Tieko Fujiye @ 13 Jul, 2009 : 03:15
    Silvio-san, só àqueles que não lhe conhecem poderiam achar isso, porque vc é uma das pessoas mais gentis que conhecemos, os e-mails são respondidos na mesma hora e dia, não são respostas instantâneas. Os alunos ficaram muito felizes com a sua resposta. Bjs

  111. Takeshi Misumi @ 16 Mar, 2010 : 07:41
    Silvio-san, foi com muita satisfação que, eu e minha esposa tivemos a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente, durante o lançamento da 2ª edição do seu livro SONHOS QUE DE CÁ SEGUI. Agradecemos também pela deferência especial dedicada a nós no seu espaço neste site. Temos muito a aprender com você, pessoa de uma biografia riquíssima.

  112. jorge fujiy @ 8 Out, 2010 : 12:15
    Silvio, tive o prazer de trabalhar com o seu irmão Brasílio Hitomu Sano lá no Japão, no período de Outubro de 2004 a Junho de 2006, na província de Saitama, mais precisamente na cidade de Menuma, na empresa Leed, metalúrgica fornecedora de peças da montadora Subaru. Gostaria de entrar em contato com o seu irmão, "matar a saudade" da dureza que foi a vida lá no Japão, enfim, conversar com ele. Meu e-mail é jtfujiy2004@uol.com.br.

  113. emily @ 18 Nov, 2010 : 16:59
    oi eu amo essa cançaõ pois a minha escola tem um coral no qual eu canto esta musica e essa musica e linda!!!!!!!!!!!!! PARABENS SILVIO SANO PELO RELATO E PELA MUSICA PRINCIPALMENTE ABRAÇOS EMILY REIZIANE GOMES PROMISSAO 11 ANOS

  114. Silvio Sano @ 21 Dez, 2010 : 17:54
    Olá, Emily-tyán. Obrigado por seu comentário e me desculpe pela demora da resposta. É que há muito que não abria este site. Eles deviam inventar uma ferramenta para que nos avisassem a cada comentário novo. Não acha? Agora, e por isso, não sei quando lerá esta resposta, mas quando lê-la clique aqui (http://www.youtube.com/watch?v=Fl_SB9IGTbA) e veja como a música fica ainda mais bonita quando cantada por um grupo de pessoas. Um grande beijo.

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