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  Conte sua históriaHélio Shimada › Minha história

Hélio Shimada

Diadema / São Pauo - Brasil
71 anos, Geólogo

Minha história - 僕の歴史


下に日本語版があります。Abaixo, texto em japonês.

Sou nissei, paulitano, nasci no Bexiga, morei na Liberdade e na Moóca, e vivo desde 1952 em Diadema, embora tenha passado alguns anos pelo mundo, trabalhando ou estudando. Foram 5,5 anos na selva amazônica, 1 ano na França, 2 anos na Bolívia, 4 meses no Japão e curtas temporadas em outros lugares.

Meus pais vieram ainda jovens do Japão. Meu pai, natural de Ichinomiya, província de Aichi, veio com 10 anos, em 1921. Minha mãe, nascida em Kioto e criada em Hiroshima, veio com 15 anos, em 1936. Hideaki, meu pai, veio com o pai, Hatsujiro, ex-cabo da Marinha Imperial Japonesa, a mãe Taka e o irmão Yoshiharu, no navio Takoma Maru, numa viagem que durou 72 dias. Partiram de Kobe, com escalas em Xangai, Hong Kong, Cingapura, Colombo, Durban, Port Elizabeth, Cidade do Cabo e Rio de Janeiro, aportando em Santos em 12/09/21.

Yasuko, minha mãe, veio com a mãe Kei, o padrasto Shunsaku e as irmãs Tomiko (13 anos) e Noriko (1 ano), no navio Buenos Aires Maru, numa viagem pela mesma rota, que durou "apenas" 36 dias. Chegaram a Santos no dia 02/07/36. Na época, a família de minha mãe não foi considerada adequada como força de trabalho devido a pouca idade das filhas. Para conseguir a permissão para a emigração, foram obrigados a casar Yasuko, somente no papel, com Fumio Nishioka, um jovem imigrante que vinha ao encontro do irmão, que já morava no Brasil. Viajaram no mesmo navio e nunca mais se viram após o desembarque. Pelo fato de não ter desfeito esse casamento perante as leis japonesas, minha mãe teve problemas na ocasião do inventário do meu pai, tendo sido obrigada a se naturalizar. Cabe observar que minha mãe veio para o Brasil 9 anos antes da bomba atômica de Hiroshima. Se tivesse ficado, teria sido uma das vítimas.

A família de meu pai fixou-se inicialmente na fazenda Costa Junior, em Jacarezinho, no Paraná, mudando-se posteriormente para Ourinhos, Chavantes e Álvares Machado. Desta, meu tio Yoshiharu veio para São Paulo, onde trabalhou em jornal e no comércio, formando-se contador na Escola de Comércio Álvares Penteado. Em 1939, casou-se com Lola Vollet, uma descendente de alemães e suíços, com quem teve as filhas Tamyra, Yara e Jacy. Um pouco antes do início da segunda guerra mundial, meu avô Hatsujiro viajou ao Japão, onde ficou retido devido ao conflito, lá permanecendo até 1952. No início dos anos 40, meu pai e a avó Taka se mudaram para São Paulo, onde meu pai trabalhou no comércio, foi motorista da CMTC (na linha Aclimação) e aprendeu o ofício de relojoeiro na relojoaria de Francisco Pinto Pereira, na Rua Quintino Bocaiúva. Meu tio Yoshiharu passou a vender ferramentas pelo interior e, na segunda metade dos anos 50, abriu uma loja de ferragens e materiais de construção, a Casa Progresso, na Av. Júlio Buono, Vila Gustavo, Zona Norte de São Paulo.

A família de minha mãe fixou-se inicialmente em Guarantã, na fazenda São João (que ainda existe com o mesmo nome). Posteriormente, moraram em Inúbia Paulista, Pompéia e Lucélia, todas no Estado de São Paulo. Em Lucélia, nasceu o caçula Hiroaki, em 1942. Dessa cidade, foram obrigados a fugir após o final da guerra, devido à ameaça de morte sofrida pelo meu avô, acusado de traição pelos membros da Shindo Renmei, o grupo de fanáticos japoneses bem descritos no livro "Corações Sujos", de Fernando Moraes. Numa época de comunicações muito deficientes, meu avô era dos que acreditavam na derrota do Japão, um makegumi, e os fanáticos que não acreditavam, os katigumi, o acusaram de traição por cultivar menta e algodão que, supostamente, eram utilizados pelos militares americanos. De Lucélia, vieram para Itapeva, onde moraram inicialmente na fazenda de Cícero Marques, que os abrigou e protegeu dos compatriotas fanáticos. Depois, meus avós abriram uma quitanda à Rua Ernesto de Camargo, onde ficaram até o início dos anos 70, quando se mudaram para Diadema. Minha tia Tomiko casou-se com Daizi Yamamoto, comerciante der carvão e posteriormente pedreiro. Tia Tomiko também trabalhou duramente como costureira para educar as filhas Cecília e Celina. Tiveram três filhas, mas a caçula, Célia, faleceu ainda bebê. TIa Tomiko faleceu em 1995. Minha tia Noriko, falecida em 2007, cedo se encantou pela religião e tornou-se freira católica, adotando o nome de Irmã Iracema, da congregação Sagrada Família. Hiroaki formou-se Engenheiro Mecânico no ITA e hoje se destaca como consultor de empresas.

Yasuko se mudou para São Paulo na segunda metade dos anos 40, quando veio estudar arte culinária na renomada escola da senhora Hatsue Sato, que se tornaria minha madrinha. Após a minha mãe, a tia Tomiko também estudou na mesma escola. Hatsue Sato conhecia a família de meu pai, e providenciou o "miai" (casamento arranjado) entre Hideaki e Yasuko, em 1948. Meus pais trabalharam como relojoeiros, prestando serviços para relojoarias da Capital, como a Casa Grossi, e complementaram a renda vendendo aves e ovos de uma pequena granja da família. Da união, nasceram Hélio, Ana e Diná. Hideaki faleceu em dezembro de 1965, aos 54 anos, o que resultou em grande sacrifício, principalmente da minha mãe, para a continuidade dos estudos dos filhos. Felizmente, consegui entrar na USP em 1970, no curso de Física. Em 1972, prestei outro vestibular e ingressei no curso de Geologia, onde me formei em 1975, e me doutorei na mesma instituição em 1999. Fiz também cursos de extensão na França e no Japão. Trabalhei metade da carreira em projetos e exploração mineral e passei a atuar em pesquisa ambiental ligada à mineração em 1992, o que faço até o presente.

Ana casou-se em 1978 com Yoshio Fujiname, contabilista, hoje empresário e consultor empresarial. Tiveram os filhos Marina, Cristina e Bruno. Com os filhos criados, formou-se em Fisioterapia aos 53 anos e exerce a profissão em Curitiba. Marina formou-se em Nutrição, casou-se, morou em Porto Alegre, trabalhando como fotógrafa, mas separou-se e trabalha atualmente na produção de shows da Disney pelo mundo. Cristina formou-se em Administração na Alemanha, onde estudou e trabalhou por 7 anos. Depois, fez um curso de patissier em Londres. Bruno estuda Gastronomia e trabalha com o pai na gestão da pizzaria Piola em Curitiba.

Com grande dificuldade, paguei o curso de Medicina da Diná, que se formou na Fundação ABC, em 1982, e se especializou em ginecologia e medicina oriental. Diná faleceu prematuramente, em setembro de 2004.

Depois de formado, procurei dar conforto para a minha sofrida mãe até o fim de sua vida. Ela faleceu em 08/02/08, aos 87 anos. Em 1985, paguei a viagem e ela passou dois meses no Japão, para visitar os parentes e passear. Gostou muito do passeio, mas não se cansava de afirmar seu amor pelo Brasil, que considerava a melhor terra do mundo - uma terra abençoada, dizia.

Em 1994, ganhei uma bolsa da JICA para um curso de 4 meses no Japão. Foi uma viagem muito emocionante, de ver minhas raízes de perto. No primeiro dia, voando de Tóquio para Osaka, vi o Monte Fuji e vieram-me lágrimas quando pensei em meu pai, que terminou seus dias sem rever a terra natal. Aproveitei muito bem a estada no Japão porque, felizmente, falo japonês. Apesar de nunca ter ido a uma "nihongakkou", falava o idioma em casa e minha mãe me ensinou katakana e hiragana, as escritas mais elementares. Serei eternamente grato a ela por esses ensinamentos. Aprendi o restante lendo "mangá" e outras revistas. Hoje, assistindo diariamente os programas da NHK, meu vocabulário japonês evoluiu mais um pouco.

Devido aos pesados encargos de família que tive, não pude constituir família quando jovem. Em 25/05/2013, casei-me com Sendy Shimada e ganhei um enteado de 7 anos, o Ângelo.

Finalizando, recomendo que todos assistam a mini-série Haru & Natsu, sobre uma família de imigrantes japoneses, que a NHK exibiu em 2005. Há DVDs legendados disponíveis no Brasil.

僕はブラジルで生まれ育った日系二世です. 1949年にサンパウロ市で生まれ, 3歳の時から隣り町のヂアデーマ市に住んでいます. 仕事と勉強のためにアマゾン地帯のジャングルでに5年半, フランスで1年, ボリビアで2年と日本で4ヶ月すごしました. パラグアイ, アルゼンチンとブラジルのいろいろな地方でも短い滞在をしました.

僕の両親は若くして移民として来伯しました. 愛知県一の宮市出身の父, 英明は1921年に十歳で, 元海軍軍曹だった祖父 初次郎, 祖母たかと兄 義春と友に, たこま丸と言う船で神戸を出港してシャンハイ, ホンコン, シンガポール, コロンボ, ポートエリザベス, ケープタウンとリオデジャネイロでストップして72日の長い旅行の末, 1921年9月21日にサントス港につきました.

京都で生まれ広島市で育った母 安子は1936年に15歳で祖父、石台駿作, 祖母けい, 妹富子(13歳)と紀子(1歳)と友にブエノスアイレス丸と言う船で神戸を後にして36日の旅の末, 1936年7月2日にサントス港につきました. 出港前に問題がありました. 母の家族は両親と子供3人では労働力が足りないからブラジルには行けないと言われたのです. 祖父は, 移民許可をとるために母の反対をおしきって西岡文雄という同じく移民希望者の青年と形だけの結婚をさせました. その西岡文雄とはサントス港で別れて二度と会う事はありませんでした. 日本法律上で離婚もしなかったこの結婚のため, 母は父の遺産相続のときに問題を避けるためにブラジルに国籍をうつしました. 母は広島に原爆が投下される九年前にブラジルにきて幸いでした.

父の家族は最初にパラナ州のコスタジュニオルと言ったコーヒ農園で働きました。後にサンパウロ州のオウリニョス、シャバンテスとアルバレスマシャードえと移り住みました。1930年代には独立してアルバレスマシャードで食物と飲料の店を経営していました。僕の叔父義春はアルバレスマッシャードを後にしてサンパウロに出て新聞社や商店で働きながらアルバレスペンテアードと言う商業学校で会計士の免状をとり、1939年にスイスとドイツ系のブラジル人女性ローラボレットと結婚をしてタミーラ、ヤーラとジャシーの3人の娘が生まれました。叔父は田舎を回って金具を売る仕事を始めて成功し、後にサンパウロ市の北のヴィーラグスターヴォにカーザプログレッソと言う建築材料店を開きました。祖父初次郎は第二次世界大戦が始まる少し前に一人で一時帰国しましたが、戦争のために帰れなくなり、1952年にしかブラジルに戻れませんでした。父と祖母たかは1941年に田舎を後にしてサンパウロに出ました。父は商店員とバスの運転手として働いた後、時計店で修行をして時計修理の職人になりました。

母の家族は最初にサンパウロ州のグアランタンと言う町のサンジョアンコーヒ農園ではたらきました。その後、同じサンパウロ州のイヌビャパウリスタ、ポンペイア、ルセリャえと移り住みました。1942年に末っ子の弘明が生まれました。ルセリャ時代にはもう独立して家族で農業を営んでいましたが、事件に巻き込まれてその地を去る事になりました。主戦後にブラジルの日本人は勝ち組、すなわち日本の勝利を信じていた組と負け組みに分かれてしまいました。情報が届かない時代がもたらした悲劇てきな出来事でした。勝ち組は臣道連盟と言う秘密組織をつくり、負け組みのリーダーたちの暗殺を始めました。母の家族は綿とはっかをうえていましたが勝ち組に綿とはっかのエキスはアメリカの軍隊に使われるものだと言われ日本帝国の裏切りもの国賊とされて、祖父は命の危機を感じてイタペーヴァと言うサンパウロ市から300キロほど離れた所に家族を連れて逃げました。イタペーヴァでは事情をしった親切なブラジル人、シセロマルケスさんのフアゼンダ(農園)の奥にかくまってもらいました。そこで農業を営んだ後に祖父と祖母わイタペーヴァ市で1950年代に八百屋を開店、1970年代の初めにITAと言うブラジル有いつの大学を出ていた息子、弘明の招きでヂアデーマ市えと移り住みました。叔母の紀子は幼い頃から宗教に憧れてカトッリクのあまさんになりました。

母は1940年代の後半にサンパウロ市に出て有名だった砂糖初江さんの学校で料理の修業をしました。母の後に妹の富子も同じ学校で修業しました。砂糖初江さんは父の家族と親しい仲でして母と父の見合いの仲人さんになり、二人は1948年10月1日に結婚しました。両親は時計職人としてサンパウロ市の中心地の時計店から仕事を下請けして生活を始めましたが、収入の不足のために小さな養鶏所を始めました。結婚後5年の間にエリオ、アンナとヂナーの3人の子が生まれました。父は1965年12月23日に54歳で亡くなりまた。その後、生活と子供たちの勉強は大変な苦労でしたが、僕はサンパウロ大学で1975年に地質学を卒業しまして1999年に同じ大学で博士号をとりました。フランスと日本でも勉強しました。

大学卒業後、大変な苦労をして末の妹ヂナーの医科大学を提供しました。ヂナーはフンダソンABC大学で1982年に卒業して産婦人課と東洋医学で活躍していましたが、2004年9月4日に亡くなりました。

アンナは1978年に藤波良雄と結婚し、マリーナ、クリスチーナとブルーノの3人の子供が生まれまして、育てた後に大学を卒業してリハビリテラピストとしてクリチーバ市で働いています。マリーナは現在デイズニーの国際ショーと共に世界を回っています。クリスチーナはドイツで大学を卒業しておなじ国で5年働いた後に、ロンドンでパチシエの資格をとりました。ブルーノはガストロノミーを学びながら家族のピザ店で働いてします。

僕は1994年に日本の国際協力事業団(JICA)の支援で秋田県小坂町の国際資源大学校で4ヶ月の研修をしました。自分のルーツを近くで見つめる感動的な滞在でした。日本についた日, 成田から大阪えの飛行中に富士山が見えた時に故郷を二度と見ることなく亡くなった父を思い出し涙が出ました。日本での滞在は幸い日本語が話せる僕にとって倍に快適でした。日本語学校に行った事はありませんが、母からかたかなとひらがなを教わって、後は独学でした。漫画や他の日本の雑誌を読んで覚えました。今はNHKワールドプレミアムがブラジルで見られますから僕の日本語はもう少し上達しました。

僕は、大学卒業後、大変な苦労をして育ててくれた母に出来るだけ快適で裕福な暮らしを提供しました。2008年2月8日に87歳で亡くなった母は1985年に日本へ旅行しまして、49年ぶりの親戚との対面と観光をしました。楽しかったと言いましたが、自分が愛する国はブラジルだと言いました。いつもブラジルは世界一の国で恵まれた地だと誇らしく言っていました。

家族のために働いて、若い時に自分の家族が出来ませんでしたが、2013年5月25日にSendy Shimadaと結婚しまして、いまは妻と継息子のアンジェロと暮らしています。

最後にお勧めします、NHKが2005年に見せたハルとナツのDVDをぜひ見てください。ブラジルでも販売されています。


Enviada em: 31/01/2008 | Última modificação: 18/10/2013
 

 

Comentários

  1. Geraldo Majella @ 4 Fev, 2008 : 20:21
    Hélio, Parabéns pela história de vida de vocês, na qual venceram todas as adversidades. Tive a honra de conhecer a sua mãe Yasuko, sua irmã Ana, seu cunhado e seus sobrinhos aqui em Curitiba e foi muito legal e, ainda, de ser seu amigo de turma de Geologia de 1975 da USP. Valeu!!!

  2. Gabriela Yamaguchi @ 13 Fev, 2008 : 01:22
    Oi, Hélio, fiquei emocionada ao ler sua história. Estava buscando referências sobre Hatsue Sato, sobre quem devo escrever no meu blog aqui no site, o Furikake, e encontrei seu depoimento. Parabéns pelo trabalho de publicação das fotos, um registro belo de sua família. Um grande abraço.

  3. Kelly Nagaoka @ 15 Fev, 2008 : 12:54
    Oi Hélio! Os detalhes da história da sua família são emocionantes! Espero encontrá-lo qualquer dia na 90! Abraços

  4. Claudio Tanno @ 28 Fev, 2008 : 21:43
    Helio, são emocionantes os momentos que nos remetem à lembrança de nossos pais, quando afloram a admiração, o respeito e a gratidão a eles.

  5. Celina Yamamoto Nishimura @ 7 Mar, 2008 : 08:03
    Helio, o seu depoimento é riquíssimo e emocionante! Há muitos detalhes que eu nem conhecia. É uma história de lutas e grandes vitórias. "Você" é um exemplo de vitórias e sei que a sua mãe tinha orgulho de ter um filho corajoso e dedicado, como você demonstrou até os últimos dias da vida dela. Parabéns!

  6. Denize Kistemann Chiodi @ 14 Mar, 2008 : 09:37
    Hélio, ficamos emocionados lendo a história da sua corajosa e persistente família. Você deve se orgulhar muito deles e da sua memória! Um forte abraço meu e do Cid.

  7. RENATO CONSOLMAGNO @ 14 Mar, 2008 : 11:13
    HELINHO, MEU CARO, A EMOÇÃO QUE TOCOU A TODOS OS OUTROS LEITORES, É COMUM A NÓS, CARCAMANOS, QUANDO PERCORREMOS AS RUAS PISADAS PELOS NOSSOS ANTEPASSADOS. CRESCI EM MEIO À COLONIA NIPÔNICA EM MOGI E ME CONSIDERO UM PRIVILEGIADO POR TER CRESCIDO COM JAPONESES E NISSEIS. APRENDI MUITO,EM ESPECIAL, O VALOR DO TRABALHO, DA PERSISTÊNCIA E DA HONRADEZ. ATÉ HOJE SOU UM ADMIRADOR CONFESSO DO CINEMA (OZU, IMAMORA, KUROZAWA, KOBAYAHI, ETC) SEM FALAR DA LITERATURA ESPLÊNDIA (KAWABATA, O FABULOSO TANIZAKI, YOSHIMURA, OE, ETC, ETC.) PERCORRI A ITÁLIA POR 40 DIAS, ANO PASSADO, E TIVE A MESMA SENSAÇÃO QUE VC TEVE POR PASSAR PELAS PAISAGENS VULCÂNICAS E ANCESTRAIS. CID DISSE-ME UMA VEZ QUE TEMOS QUE IR ATÉ ONDE O GRÃO QUE NOS FORMOU COMEÇOU. VALE MAIS QUE 1000 TERAPIAS. SHIMADA SAN, MARAVILHOSO DEPOIMENTO! BANZAI!

  8. sergio "pizza" dazzi @ 4 Abr, 2008 : 20:35
    Caro Helio, ficamos muito tempo sem nos encontrar, depois de várias aventuras com os amigos da USP quando éramos mais novos; agora, através da internet, conseguimos nos reencontrar, e foi uma grata surpresa descobrir esse seu depoimento tão minucioso quanto emocionante sobre a saga da sua família aqui no Brasil. Muito legal e muito enriquecedor. Um abraço forte!

  9. Malu @ 6 Abr, 2008 : 17:02
    Prezado Hélio, Sempre que entro nessa página, além das notícias procuro registros de japoneses ou seus descendentes de Diadema porque trabalho em um serviço de documentação e memória social da cidade, o Centro de Memória de Diadema, e estamos pesquisando a presença japonesa na cidade para documentá-la e disponibilizá-la. Seu relato é precioso e sensível e as fotos são lindas. Espero que possamos registrar seu depoimento, de grande importância para nós. Um abraço.

  10. Sílvio Sano @ 6 Abr, 2008 : 18:33
    Prezado Hélio. Não o conheço, mas ao ler seu relato fico com a impressão contrária, de muita identiicação. A história de sua família é emblemática enquanto imigrante no Brasil. Superaram adversidades; realizaram conquistas; mamãe fez aquele curso de culinária, que imagino não muito diferente da escola Akama (às casadoiras... japonesas); papai não realizou o sonho de rever a terra natal (nem todos conseguiram); e as fotos são também emblemáticas. A impressão a alguns leitores pode ser que seja a de que os detalhes, sejam de grande relevância apenas aos familiares descendentes. Mas não! É a consolidação de que a condição de respeito que ora, nós, os descendentes, desfrutamos perante a sociedade brasileira está na somatória das muitas histórias como essa que nossos ancestrais deixaram para nós... e que nossos filhos agora vão conhecendo, mesmo cem anos depois. Um grande abraço

  11. Niltão da Atlantis @ 13 Abr, 2008 : 16:27
    Grande Helio , parabéns pelo relato de vida de seus antepassados , é com eles que aprendemos a ser o que somos ! Faltou somente voce falar sobre suas conquistas esportivas que não foram poucas tambem !! Grande Abraço

  12. Issao Toyoda Kohara @ 19 Jun, 2008 : 19:20
    Oi, sou marido da Elizabeth Mie Higasi, achei muito boa sua a história. Meus parabéns e um grande abraço.

  13. Elizabeth Mie Higasi Kohara @ 19 Jun, 2008 : 19:30
    Hélio, sua história é muito rica em detalhes, retratando bem a saga da família. Ao ler, veio-me a lembrança de algumas tardes que passei em Diadema, na casa de seu tio Daizi, que é meu primo por parte de mãe (Turu Mori Higasi), onde brinquei com suas irmãs também. Parabéns pelo seu depoimento!

  14. Roberto Brandi @ 24 Jun, 2008 : 18:10
    Caro Hélio fiquei emocionado em ler a história de sua família. De certa maneira me identifico por ser também imigrante. Cheguei ao Brasil com minha família em 1976, com 10 anos de idade, e, por poucas e boas já passamos... Em particular me chamou atenção a opinião de sua mãe, após chegar de sua viagem ao Japão em 1985. É um sentimento que eu e muitos imigrantes compartilhamos. Apesar do amor e saudades da pátria mãe, foi no Brasil, nesta terra abençoada que fomos acolhidos, criamos nossas raízes e do nosso trabalho nos foi permitido desfrutar. Parabéns um grande abraço.

  15. vaessahashizume @ 30 Jun, 2008 : 23:19
    helio voce eshow

  16. Claudia Santos @ 26 Ago, 2008 : 13:09
    Oi Hélio! Adorei conhecer toda a trajetória de sua família. Tive a felicidade de crescer convivendo com uma parte dessa história participado de algumas conquistas de pessoas maravilhosas que tenho o previlégio de chamar de amigos e que admiro muito. Felicidades!

  17. Henrique Giacomeli @ 19 Dez, 2008 : 15:26
    Olá amigo Hélio! Parabéns pela sua história. O pouco contato que tive com você já me serviu como bom aprendizado! Forte abraço

  18. wagner cesar trigueiro @ 8 Jul, 2009 : 21:34
    tudo bem helio? trabalhamos juntos a 23 anos atrás (Cesbra/Rondonia)voce era Superintendente de Geologia e eu seu Aux.Administrativo, Lembro que voce me tratava como um amigo jovem e graças a um conselho que me deu (continuar meus estudos em S.Paulo) É que hoje tenho minha vida e familias estruturadas e com meus dois filhos na USP. Na época não tive oportunidade de dizer o que vou dizer agora:até hoje, não conheci mais ninguém com a sua simplicidade, carater da mais alta estirpe e profissionalismo... isso ficou guardado em minha memoria. Que Deus proteja sempre você e toda a sua familia, um abraço: do seu quase velho amigo.

  19. Katia Mendonça @ 30 Ago, 2010 : 05:50
    Olá Hélio Foi muito bom reve-lo,e agora conhecendo um pouco mais da sua historia,ohh pessoas perseverante e vencedora.Você é uma pessoa iluminada e especial para Deus,eu li alguns depoimentos e vejo,que vc deixa marcar nas vidas pelas quais passa.Obrigada por ter passado pela minha vida. Um grande abraço Katia Mendonça

  20. Hélio S @ 21 Out, 2010 : 16:47
    Um recado para as pessoas que postaram mensagens aqui: não tenho como identificar seus dados de contato. Gostaria que me enviassem mensagem através do meu perfil, informando e-mail. Grato e um grande abraço a todos. Hélio

  21. Marco Talledo García - PERU @ 26 Out, 2010 : 19:49
    Helio, qué gusto me da haber encontrado tus señas en internet. Tengo recuerdos muy gratos de nuestra estancia en japón el año 94. Por favor, contactame en el siguiente e-mail: marcomin6@hotmail.com un abrazo Marco Talledo PERU

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