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Ilka Mina Akinaga

São Paulo / SP - Brasil
36 anos, Estudante

História das Minhas Origens


A história que segue foi escrita em 2002 como o meu primeiro trabalho da faculdade de jornalismo (que não terminei). É a história da minha avó materna, Sachiko, mas creio que é bem parecida com a história de muitos imigrantes. Minha avó, bachan, como a chamamos, se despediu de nós no dia 15 de junho de 2008, o que mudaria o fim da minha história. Mas essa história não se trata de fim ou desfecho, e sim de começo, de origens. Um texto pode ser editado, mas a nossa história não.

Um outro mundo em Tomé-Açu

No dia 27 de junho de 1933, a família Yokota partiu da província japonesa de Kumamoto, ao sul do arquipélago, em direção ao Brasil. Eles tinham uma vida confortável, até que Kengoro, o pai, perdeu todos os bens apostando em corridas de cavalos.

Ao casar-se pela primeira vez, Kengoro veio para Marília, interior de São Paulo, trabalhar na lavoura cafeeira. Lá nasceu Tomoko, sua primeira filha, em 1919. Quatro anos depois, sua esposa morreu, e ele voltou com a filha para o Japão. Casou-se novamente e, em 1927, nasceu Sachiko, a segunda filha. Após somente dois anos, ficou viúvo pela segunda vez. Então, casou-se com a irmã da mãe de Sachiko, Hatsuki, que também já era viúva por duas vezes, de um policial e de um professor. Em 1929, nasceu o primeiro filho, Akihide. Reiko, a terceira filha, nasceu em 1931 e Akimasa, o segundo filho, em janeiro de 1933.

A família chegou ao Rio de Janeiro em 25 de agosto de 1933 e imediatamente partiu para Tomé-Açu, a 120 quilômetros de Belém, no Pará. Três dias após chegar ao alojamento, Akihide passou mal. Comera um maracujá e bebera água contaminada. Sem atendimento médico, não suportou e morreu. Passaram creolina (espécie de desinfetante muito comum na época) em seu rosto, para que não fosse tomado por formigas.

Mudaram-se para uma casa de tábuas, construída pelo governo para os imigrantes. Nos pés dos móveis, uma lata com creolina para espantar as formigas. Primeiro, não havia o que comer. O governo então começou a fornecer mantimentos, que seriam descontados depois da colheita.

Para plantar, era preciso derrubar a mata virgem. Troncos enormes, com mais de dois metros de diâmetro. Um serrote comprido, uma pessoa de cada lado em cima de uma escada para cortar. Quando o tronco caía, alguns permaneciam sob seu peso, e era impossível tirá-los de lá.

Sem ferramentas, o arroz era plantado com as mãos. Devido à extensão do terreno e aos troncos que não puderam ser arrancados, o plantio demorava cerca de um mês. Na época da colheita, o arroz era cortado com foices. Sob o sol quente, Sachiko ajudava a separar os grãos e, depois, a carregar os sacos até o caminhão. Fora poucas vezes à escola, porque tinha de percorrer um longo caminho até lá, passando sozinha no meio da mata. Certa vez, enquanto caminhava, um galho de árvore com um bicho-preguiça caiu bem na sua frente. Assustada, saiu correndo de volta para casa e ficou vários dias sem ir à escola, até que desistiu de assistir às aulas. Tomoko trabalhava como enfermeira e as outras crianças ainda eram muito pequenas para estudar ou trabalhar na lavoura.

A cada plantio, itinerante, mais árvores eram derubadas e a plantação ficava mais longe de casa. Na hora de receber o dinheiro, os gastos eram descontados, não sobrava quase nada. E nem comiam direito – carne, só se fosse de onça, anta, cobra, capivara. Era possível comprar peixe uma vez por mês, quando era trazido de Belém, mas só depois de uma certa disputa com os outros compradores. Os rios das proximidades só tinham peixes muito pequenos.

A malária não poupava ninguém. Tampouco os patrões poupavam os empregados doentes, que recebiam uma injeção pela manhã e iam trabalhar, mesmo com febre, sensações de frio paralisante al-ternadas de calor e suor intensos. O medo da doença durou quatro anos, até que a família de imigrantes pôde e precisou urgentemente sair de lá – o dinheiro já era suficiente para comprar as passagens e Hatsuki estava grávida de oito meses. Eles não podiam correr o risco de perder mais um filho.

Rumo a São Paulo – nova vida

A viagem de navio até Santos duraria quatorze dias. Quando estavam próximos ao porto de Salvador, no entanto, o menino Yoichi nasceu. Os Yokota seguiam para o estado de São Paulo deixando no Pará uma filha – Tomoko se casara e mudara para Belém – e dolorosas lembranças.

Chegando a Santos, eles se hospedaram em um hotel até a manhã seguinte, quando foram contratados pelo senhor Kayano, um agricultor também japonês. Naquela época, algumas cooperativas agrícolas intermediavam a contratação de imigrantes, avisando aos agricultores os dias de chegada das famílias e, a estas, quem iria contratá-las.

Foram então para Vargem Grande, interior do estado, onde moraram por apenas um ano. O senhor Kayano emprestou-lhes um terreno em Cotia e sugeriu como primeiro plantio o nabo francês, que demorava só vinte dias para crescer. Na urgência do dinheiro, foi o que fizeram. Vinte dias depois, foram vender nabos na feira da cidade. Angustiante descoberta: ninguém, a não ser os próprios japoneses, comia nabo.

Durante dias tiveram que comer nabo de todas as formas possíveis. Mas o nabo acabou e não havia dinheiro nem comida. A barreira da língua ainda existia. Yoichi, com um ano de idade, teve paralisia infantil e precisava se alimentar direito. Kengoro matava passarinhos e Hatsuki até roubava algumas espigas de milho das plantações vizinhas, para que não passassem fome. Depois, passaram a comer milho seco socado no pilão, repolho cozido (não tinha óleo) e arroz “quirera” (quebrado).

Sachiko, já com onze anos, tentava novamente frequentar a escola, mesmo envergonhada por estar ainda na primeira série. Como ainda não entendia português muito bem, nunca levava às aulas os materiais solicitados. A professora então a colocava de castigo, virada para a parede, com um livro sobre a cabeça. Não pôde ir numa excursão a São Paulo, porque não possuía tênis brancos e nem condições de comprá-los. Por fim, precisava cuidar de seu irmão Yoichi, e acabou abandonando a escola definitivamente, na segunda série. Pelo menos aprendera a ler, escrever e fazer contas.

Uns dois anos depois, a situação financeira da família começou a melhorar – sinal disso foi a compra da mula “Beleza”. Saíram do terreno do senhor Kayano e arrendaram outro na mesma região. Continuavam pobres, mas tinham comida e plantavam por conta própria.

A Segunda Guerra Mundial estava acontecendo. O Japão era inimigo dos Aliados. Com medo de represálias ou suspeitas de espionagem, os Yokota, assim como os outros japoneses da região, esconderam fotos e documentos escritos em japonês. Colocaram-nos dentro de uma mala e enterraram sob uma pedra, no meio do mato. Só desenterraram depois que a guerra terminou. Evitavam conversar em sua própria língua quando iam à cidade e precisavam de autorização oficial para viajar de ônibus. Faltava querosene e farinha de trigo. Foi um período especialmente difícil para os imigrantes japoneses.

Sachiko Yokota . . . Ikuta

Era o ano de 1946. A guerra já terminara e eles puderam ficar mais tranquilos. Num dia de trabalho normal, Hatsuki caiu e machucou o braço. Foi a um massagista japonês, Shigueru Ikuta. Depois de conversarem um pouco, Shigueru sugeriu que seu filho, Satoshi, se casasse com a filha de Hatsuki, Sachiko. Tradicional miai, casamento arranjado.

Sachiko não queria se casar, pelo menos por enquanto. Era muito pobre, suas roupas eram todas remendadas e ela ainda não havia feito um curso de corte e costura, como era costume entre as moças que pretendiam se casar. Queria esperar a colheita do tomate, que prometia ser muito boa, quando teria dinheiro pelo menos para comprar algumas roupas.

Iyo, mãe de Satoshi, prometeu que pagaria um curso para ela. Além disso, Shigueru e seu filho faziam visitas contantes ao sítio dos Yokota. Mas Sachiko sempre escapava a um encontro formal com seu pretendente. Depois de mais de três meses sob insistência da família, ela concordou em se casar.

No dia 23 de novembro de 1946, Sachiko Yokota e Satoshi Ikuta se casaram. Na festa, umas trinta pessoas. Mesa farta, mas a noiva, de tão encabulada, não comeu quase nada. O vestido fora costurado especialmente para ela. Já as roupas que usava normalmente eram tão poucas que couberam numa trouxa de pano quando ela foi morar com o noivo.

Em maio de 1948, nasceu a primeira filha, Yoshiko. A partir daí começaram os desentendimentos com Iyo, até que Sachiko resolveu sair da casa. A nova família se instalou sob uma cobertura de sapé, usada para guardar as caixas de tomate. Dormiam sobre essas caixas, forradas com um futon (espécie de edredon japonês). Duas latas de banha eram usadas como panela.

O casal plantou dois mil pés de tomate, que renderam um bom dinheiro. Construíram uma casa de barro através de um mutirão, compraram alguns móveis, um rádio, um fogão a carvão e uma máquina de costura – que ela usa até hoje (2002).

Em fevereiro de 1949, nasceu Tokuo, prematuro de sete meses. Sachiko não pensou que a dor que estava sentindo fosse do parto e só chamou o médico porque achou que estava doente. Em fevereiro de 1950, nasceu Kimie, a segunda filha. Em janeiro de 1951, nasceu Tieko, a terceira filha.

No dia de Natal daquele ano, Kengoro estava desamarrando um burro e se enroscou nas cordas que o prendiam. O animal disparou e o arrastou, e ele acabou batendo a cabeça numa pedra. A morte violenta perturbou Akimasa – enquanto todos choravam, ele ria, sentado num canto. Acabou sendo internado num hospital psiquiátrico.

No ano seguinte, grávida de três meses, Sachiko perdeu o bebê. Trabalhava muito na lavoura. Em fevereiro de 1953, nasceu Miyoko, a quarta filha e, em março de 1954, Hideo, o segundo filho. Satoshi achava que só os homens precisavam estudar. Assim, Yoshiko, Kimie e Tieko, depois de estudarem até o quarto ano, trabalharam na plantação. Como só as mulheres estavam trabalhando, Satoshi resolveu mudar-se para a capital, dar-lhes uma vida menos sacrificada. Em 1969, a família Ikuta vendeu seu terreno em Cotia e comprou uma casa em São Paulo, num terreno que pertencia aos Matarazzo.

Em 1975, Hatsuki faleceu, aos 83 anos. Em 1981, Satoshi, aos 64 anos, foi levado por um câncer no estômago. Yoshiko e Miyoko estavam grávidas de sete meses. Desde 1987, quando Hideo casou-se e saiu de casa, Sachiko mora sozinha naquela mesma casa comprada em 1969. Tem seis netos e sete netas, entre as quais, Ilka, filha de Miyoko.


Enviada em: 16/06/2008 | Última modificação: 16/06/2008
 
« Entre o Brasil e o Japão Coisas de “bachan” »

 

Comentários

  1. Fabio - Maria´s Haus @ 18 Out, 2007 : 18:05
    Excelente história!! Parabéns por esta conquista e muita boa sorte na sua carreira profissional aí no Japão. Bjs.

  2. Camila @ 19 Out, 2007 : 12:19
    Sua história é de arrepiar! Admiro seu empenho e dedicação.....Tenha certeza que sua família se orgulha muito de vc....Boa sorte! Bjs.

  3. Lidia Ikuta @ 20 Out, 2007 : 08:49
    Querida Ilka, Parabéns pelo depoimento, e espero que vc conquiste todos os sonhos e que alce voos para mais uma nova jornada com sucessso.... O seu empenho e dedicação vai fazer a grande diferença. "Good luck"!! Beijos.

  4. Denise - Cunhada @ 20 Out, 2007 : 16:23
    Parabéns!!! Admira-me o seu desempenho nas tarefas realizadas, pois, tornou uma grande mulher de sucesso. Diante da sua dedicação e esforço em todas atividades efetuadas terá ainda mais êxito. Beijos.

  5. Juliana @ 20 Out, 2007 : 21:06
    Oi priminha!! Adorei seu depoimento, espero que você tenha muita sorte aí no Japão... Você é uma pessoa esforçada e merece tudo de bom. Beijos da prima

  6. yumi @ 4 Nov, 2007 : 14:00
    Ilka!!! Cada vez mais sucesso, hein! Olha estamos muito orgulhosos de vc e dessa tua garra. Com certeza isso te norteia em busca das melhores oportunidades que a vida te mostra.Boa sorte...saudades...Yu

  7. aline mina @ 19 Abr, 2008 : 18:33
    oi..por coincidencia achei a sua historia na net...e achei mas conscidencia ainda agente ter o mesmo sobrenome...achei super interessante..c vc por acaso ler isso entre em contato comigo... allynnemina@hotmail.com bjiss

  8. Sílvio Sano @ 19 Abr, 2008 : 19:44
    Querida Ilka, o seu depoimento é uma grande contribuição aos jovens que estão afastado de suas raízes e, por certo, também ao Brasil multirracial (mais de 60 nacionalidades imigrantes). Explico... Nenhum país do mundo tem as possibilidades de intercâmbio cultural facilitadas como o nosso, de nem se precisar cruzar fronteiras para isso!! Mas intercâmbio é troca. Ou seja, é preciso ter a posse de algo para se trocar. Se cada descendente imigrante neste país conhecer bem suas raízes e oferecer seu conhecimento em troca do outro, tanto ganha o país como ganha o próprio. Imagine, no futuro, o perfil do brasileiro composto pela somatória de tudo isso. Estou sonhando? Nem tanto, já que se trata de uma posse fácil de se obter porque está "na mão". Né, não? Por exemplo, Ilka, antes dessa retomada de consciência, sabia que tinha esse esplêndido acervo de fotos... e essa rica história ancestral... tão "na mão"? Parabéns!!

  9. Michelly Yokota @ 7 Jun, 2008 : 23:06
    que legal achar você... percebi que você é da familia Yokota fiquei interessada em saber algo da sua familia será que somos primas destantes. mande um e-mail michellyyokota@hotmail.com

  10. Takeshi Misumi @ 17 Jun, 2008 : 00:53
    Ilka, Parabéns pelos seus depoimentos. Demonstram acima de tudo um belo trabalho de resgate da história que se enquadra perfeitamente nas comemorações do centenário da imigração japonesa. Alguns dias após ler o seu primeiro depoimento, tomei conhecimento deste texto que você tinha feito como trabalho de faculdade. Foi sua mãe Miyoko que havia me repassado. Estava pensando em lhe escrever para divulgar neste espaço, e, eis que vejo hoje o texto reproduzido aqui. Ao ler, uma mescla de alegria e tristeza. Alegria porque um belo texto como este merece leitura atenta pelos admiradores deste espaço. Tristeza pela partida de sua querida avó, mãe de minha amiga Miyoko. A sua avó, assim como todos que conviveram com ela, vivenciaram uma vida repleta de heroismo, de sacrifícios, de superação, e muitos sucessos. Porisso, espero de você outros textos como estes. Obrigado e parabéns.

  11. Shigueru Kubo @ 18 Jun, 2008 : 02:37
    Oi Ilka, primeiramente gostaria de te agradecer por ter contado como foi a trajetória da nossa família, afinal por incrível que pareça eu não a conhecia. Para quem não me conhece, meu nome é Shigueru Kubo, sou o filho mais velho de Yoshiko Yokota que ao se casar com meu pai, Tetsuo Kubo, passou a se chamar Yoshiko Kubo. Tenho mais dois irmãos, Ossamu e Miury. Por ser o neto mais velho, tive a felicidade de conhecer meu Ojiityan, juntamente com meu irmão e meus primos de Botucatu, Yumi e Kenji, filhos de Kimie. Infelizmente os outros netos não o conheceram, pois não haviam nascido. Mas nunca me esquecerei dos Domingos que passávamos reunidos, por isso quando meu filho nasceu dei o nome de Satoshi para homenageá-lo, assim como minha mãe fez comigo, homenageando o Ojiityan dela. Felizmente todos os netos puderam conhecer e conviver com a nossa querida Obaatyan, que como vc mesmo disse, não media esforços para nos agradar. Ela foi uma pessoa querida não só pelos filhos e netos e sim por todos que a conheceram. Ilka, eu sei que vc se preocupava muito com nossa batchan, mas infelizmente a distância a impediu de vê-la no fim de sua vida, mas gostaria de te dizer que assim que minha mãe me disse que ela estava internada, não medi esforços e a visitava todos os dias, assim como nossa prima, Mariana a quem devemos muito por tê-la levado ao Hospital como fazia frequentemente, mas infelizmente detectaram um problema, tb à todos os familiares e amigos que sempre encontravam um tempinho para visitá-la. Eu não comentei com ninguém, mas gostaria que vc soubesse que mesmo se encontrando no estado que ela estava, quase sem sair a voz ainda se mostrou preocupada com todos e me perguntou sobre vc e os tios que se encontravam aí no Nihom. Finalmene gostaria de poder tranquilizá-la dizendo que ela se foi em paz e sem sofrimento, pois no momento de sua partida ela estava sedada, então foi como ela estivesse dormindo, inclusive no velório, sua expressão não era de dor e sim a de quem cumpriu sua missão na Terra e acho que é desta forma que devemos lembrá-la. Mais uma vez muito obrigado à vc Ilka por ter me dado a chance de descobrir minhas origens e à Batchan por todos nós sermos quem somos e que é um motivo de muito orgulho.

  12. Sergio Massaharu Yokoyama @ 20 Jun, 2008 : 22:01
    oi Ikka vc tem o mesmo sobrenome da familia da minha batian (Akinaga) e que morou em Mairipora-SP que tambem tem vinculos com a familia Shikasho.entao sera q somos primos distantes?se quiser entrar em contato comigo meu e-mail eh massaharu1986@hotmail.com .estou morando no Japao tambem em Toyota Aichi-Ken

  13. Helena Watanabe @ 6 Jul, 2008 : 12:43
    Oi Ilka. Recebi de sua prima Karen Ikuta, minha amiga, um e-mail com o link do site. Parabéns pelo relato, muito bem feito, desta história de garra de seus familiares, acho super importante e fico muito feliz que a comemoração do Centenário da Imigração Japonesa para o Brasil tenha possibilitado a divulgação de histórias de garra e perseverança de muitas outras famílias e a integração de muitos japoneses e descendentes. Podemos nos considerar muito felizes pois tivemos exemplos e recebemos ensinamentos da importância desta garra e perseverança para alcançarmos nossos objetivos. Muita boa sorte em sua vida aí no Japão. Beijos.

  14. Hugo Tadashi Akinaga @ 19 Nov, 2008 : 02:40
    Meu pai também morou em Mariporã... tenho parantes lá ainda! E temos o mesmo sobrenome ^^v que legal! hugotadashi@hotmail.com

  15. Hugo Tadashi Akinaga @ 19 Nov, 2008 : 02:41
    Meu pai também morou em Mariporã e nasceu em Fukuoka... tenho parantes lá ainda! E temos o mesmo sobrenome ^^v que legal! hugotadashi@hotmail.com

  16. Andreson @ 18 Mai, 2009 : 07:27
    Ola tenho 19 anos e moro com os meus pais adotivos Eo meu pai e japones tem como eu entra no japao para trabalha si tiver como me fala andreson_perilo@hotmail.com

  17. bruna mina @ 5 Jun, 2009 : 08:16
    oi sera ki da pra vc mi add por conhecidencia tb sou mina me add no msn bruh_carolineminna@hotmail.com Kissu!

  18. Claudiane @ 7 Nov, 2010 : 03:19
    Gostei..achei muito interessante a história... Muito bom saber da cultura tbm...eu adorooo!!!^^

  19. Mario Katsuhiko Kimura @ 7 Nov, 2010 : 10:42
    Ilka Mina Akinaga, Parabéns por resgatar a história de sua baatian com riqueza de detalhes. A historia retrata a vida sofrida dos imigrantes japoneses, muitos legados deixados, notadamente de sermos determinados, honestos e batalhadores, caminho aberto para seus descendentes para trilhar com menos sofrimento. Resta a nós como seus descendentes honrar esse sacrifício, não deixar em vão e dar continuidade em mostrar valores dos nikkeis . Obrigado a Ilka pelo depoimento, obrigado a baatian pelos enormes sacrifícios, ao agradecer a baatian da Ilka estendo a todos os imigrantes que aqui aportaram com fito de vencer neste país longínquo. Grande abraço

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