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Marlise Asaeda Ferreira

Porto Alegre / RS - Brasil
62 anos, Médica

Meu avô Eito Asaeda


Meu avô Eito Asaeda foi o segundo imigrante japonês a chegar ao Rio Grande do Sul, em 23 de julho de 1918. O primeiro foi o Dr. Nemoto com o qual conviveu bastante.

Eito Asaeda participou ativamente da colonização japonesa no RS, auxiliando todos os compatriotas que aqui chegaram (Sr. Nakamura, Sr.Kodama, Sr.Iwao, Sr. Soyte) a se instalar na região metropolitana de porto Alegre.

Ele foi agraciado pelo governo japonês com uma viagem ao Japão ao completar 50 anos de Brasil e, assim, levou minha avó Hilda (brasileira) para conhecer o seu país.

Faleceu aos 73 anos em 03 de janeiro de 1977 ,em Porto Alegre.


Enviada em: 30/04/2008 | Última modificação: 06/05/2008
 

 

Comentários

  1. Nelson Sinzato @ 28 Ago, 2008 : 10:53
    Marlise, homenageando seu avô, você registra a sua participação no Centenário da Imigração Japonesa. Parabéns.

  2. EITO ASAEDA @ 31 Ago, 2008 : 13:51
    Em entrevista ao Correio do Povo de 23 de julho de 1972,meu avô prestou informações a respeito do início da agricultura no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Entre 1952 e 1955 o primeiro grupo de três familias de agricultores japoneses , se instalou em loteamento na praia de Atlântida , mas, se transferiu posteriormente para Viamão , na Região metropolitana de Porto Alegre , a convite de Eito Asaeda para exploração agrícola em sua chácara, como parceiros.O bom êxito da experiência possibilitou a independência financeira destes agricultores ,nas cidades de Viamão , São Leopoldo,Ivoti , Sapucaia do Sul e Esteio.Por orrespondência , chamaram outros japoneses de faculdades de Agronomia , no Japão e, assim vinte e três jovens agrônomos introduziram novas técnicas agrícolas e, acabaram formando um dos mais prósperos núcleos comunitários no Rio Grande do Sul e Santa Catarina(Curitibanos).Destes agrônomos , dois foram para São Paulo. Se dedicaram principalmente á fruticultura sendo que cultivaram a nectarina ,nesta época. De 1955 até 1963 o fluxo de imigrantes regularizou-se totalizando 447 famílias nipônicas. A organização internacional JAMIC-IMIGRAÇÃO E COLONIZAÇÃO manteve o suporte econômico destes núcleos.

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Este projeto tem a parceria da Associação para a Comemoração do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil

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